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sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Um Tango para a Liberdade

 


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A RTP2 apresentou, ontem e anteontem, os dois episódios da série "Um tango para a liberdade" que denuncia a cruel ditadura de Videla, equivalente à de Pinochet, num período tenebroso da América Latina. Impressionou-me o registo inicial do movimento das mães da Praça de Maio. A coragem da sua acção foi decisiva para o fim do pesadeloOs argentinos designam como “dia do desprezo” a data do nascimento do genocida Videla.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Orquestra

 


 


É muito interessante a série que a RTP2 estreou hoje no horário das 22h10. "Orquestra", uma produção francesa, retrata a entrada de uma maestrina numa filarmónica de primeiríssima linha. 



"A música está-lhe no sangue, sem a música a sua vida seria um erro.


Série francesa, intensa e comovente, que revela o génio e os segredos de uma maestrina com um passado que a persegue, uma maldição à qual tenta escapar. Será a música capaz de a salvar, a ela e aos músicos da orquestra, da doença... e da morte?


Depois de 20 anos de ausência, Hélène Barizet regressa a Paris para assumir a direção musical da Filarmónica, uma orquestra nacional em tumulto desde a súbita morte do seu anterior maestro. Contratada contra a opinião da direção e dos músicos, Hélène, uma mulher com métodos incomuns, tem uma temporada para provar o seu valor e salvar uma orquestra conhecida como "assassina de maestros". A maestrina não tem tempo a perder e vive cada dia como se fosse o último. Substitui de imediato o concertino, tradicional pilar da orquestra, por Selena Rivière, uma violinista de 20 anos de idade da terceira estante. Ao ouvi-la tocar, Hélène reconhece nesta violinista prodígio uma versão mais jovem de si própria: a música é todo o seu mundo e a paixão a sua força motora. A maestrina está determinada em fazer de Selena a sua herança. Mas o que pode transmitir quando tudo o que pretende é romper com o passado?"



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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

"Em política, o ódio é melhor do que um diploma”

 


 


 


Há uns dois ou três anos que acompanho as muito boas séries da RTP2. É o que está a acontecer com a interessantíssima "Baron Noir" (segunda-feira será o episódio 6, da T1, por volta das 22h15) sobre o PS francês e o ambiente fratricida nos partidos políticos. E como em todas as sociedades existe caciquismo, arrivismo e afins, não estranhamos. Numa semana com a agenda mediática dominada pelo tráfico de influências e pela disputa partidária num grande partido, leram-se comentários a propósito do ódio a alguém ser o primeiro critério de elevador hierárquico. Nem de propósito, o episódio de hoje incluiu uma frase - sobre a força motriz - que resume o ambiente da série: “Em política, o ódio é melhor do que um diploma”.


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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Salamandra

 


 


 


Salamandra é o título de mais uma boa série exibida pela RTP2. A 2ª série termina hoje e promete. Salamandra é o nome de uma sociedade secreta que domina o poder na Bélgica, principalmente através do negócio de diamantes africanos (Belgas e Holandeses são há muito poderosos na matéria). Paul Gerardi é um investigador determinado e não raramente apelidado de "louco e obcecado" pelos que teimam em não acreditar na existência da Salamandra e, principalmente, no seu poder.


 


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terça-feira, 1 de agosto de 2017

o que mais me impressiona no "Amor em Berlim"?

 


 


 


 


O que mais me impressiona no "Amor em Berlim"? Impressiona-me que pessoas que combateram o nazismo tenham construído outra ditadura na RDA. Tomar um qualquer poder e não ceder a novas clientelas, nem que, como foi o caso, se queiram legitimar em nome de uma qualquer ideologia "superior e incontestável", é um exercício difícil que só se consegue em democracias em que a classe média é maioritária e em que a limitação de mandatos se aplica aos diversos cargos numa mesma instituição.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Uma aldeia francesa

 


 


 


 


Estou a gostar da série "Uma aldeia francesa" que a RTP2 exibe de segunda a sexta por volta das 22h00. Espero manter o interesse. São sessenta episódios e há mais de trinta anos que não sigo uma novela televisiva com mais de três ou quatro. A história inclui-se no período 1940-1945 e retrata a invasão de uma pequena vila francesa pelas tropas nazis. No quinto episódio, alguns franceses já começam a vacilar. Iniciam-se os jogos duplos, as pequenas traições, os infiltrados, os dúbios e toda aquela parafernália que já conhecemos dos momentos de crise e que nem sei se me motiva ver de novo. Ainda por cima estou mesmo a acabar o muito interessante romance de Clara Ferreira Alves (2015:186), o "Pai Nosso", com a seguinte alusão ao "Agente Secreto" de Joseph Conrad: "(...)Havia um livro sobre um homem-bomba, um Professor que anda pelas ruas de Londres gozando o supremo prazer de poder dinamitar o mundo e liquidá-lo num segundo(...)"


 


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