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sábado, 7 de dezembro de 2019

"Arbeit Macht Frei" ou "O Trabalho Liberta"

 


"Arbeit macht frei" (alemão), ou "o trabalho liberta", foi a expressão colocada "nas entradas de vários campos de extermínio do regime nazi durante a Segunda Guerra Mundial, como em Auschwitz, onde a inscrição foi feita por prisioneiros com habilidades em metalurgia e foi erigida por ordem dos nazis em junho de 1940."  Como alguém disse, obliterar esta memória é, antes de mais, uma segunda violência sobre as vítimas (e para os seus descendentes) destes tempos de horror e terror.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

dos radicalismos pela Europa

 


 


Li algures que quem governa um condado húngaro são os "mesmos" nazis do tempo da segunda guerra mundial. Não exactamente as mesmas pessoas, como é óbvio, mas da família política que se tem perpetuado no poder com eleições. E estão numa fase em que afirmam os seus valores sem qualquer pudor. Há mais países europeus na mesma condição.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

da ideia do homem novo

 


 


 


Li algures que quem governa um condado húngaro são os "mesmos" nazis do tempo da segunda guerra mundial. Não exactamente as mesmas pessoas, como é óbvio, mas da família política que se tem perpetuado no poder com eleições. E estão numa fase em que afirmam os seus valores sem qualquer pudor. Haverá mais países europeus na mesma condição, embora com um fascismo de bastidores.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Trump já está arrependido

 


 


 


Trump já se arrependeu da candidatura. Tem saudades da vida anterior. Aborrece-se por não fazer o que quer. O exercício presidencial é muito mais difícil do que imaginou.


Quando a segunda guerra mundial terminou, a sensatez predominou; principalmente na Europa. Não se admitia o ressurgimento de qualquer forma de ditadura. Para além disso, o apocalíptico nuclear jamais se usaria. A sua existência era apenas um argumento para a paz. Só que passadas as gerações de Hiroxima, os novos senhores da guerra, como Trump e o Sol da Coreia do Norte, eliminaram da mente a história do horror e ameaçam com o nuclear.


E é isto. Na História, o passado nunca é irrepetível. Hiroxima deve ter mais presença mediática e escolar. O medo faz falta e a ideia de que os governantes com acesso ao botão nuclear são sempre sensatos é arriscada. Há, desde logo, uma missão para a ONU: salvar o Homem da sua loucura.


 


Bomba Atomica tsar czar 2


 


 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Neutral

 


 


"A terceira guerra já está curso pela Ásia e África. Só que é dividida em partes e não se nota tanto." Este facto que ouvi na TSF parece alastrar-se. Pela Europa e Américas, e também por cá e basta observar o que nos rodeia, estamos em francos preparativos. Clara Ferreira Alves (2015:421), em "Pai Nosso", tem uma passagem de arrepiar:



"(...)Nunca peça a um judeu para ser neutral. Veja o que a neutralidade nos fez. Nunca tomámos partido e veja como acabámos. Nos fornos. Nas valas. Amontoados. Que faria num mundo sem guerra?(...)"


terça-feira, 5 de abril de 2016

Uma aldeia francesa

 


 


 


 


Estou a gostar da série "Uma aldeia francesa" que a RTP2 exibe de segunda a sexta por volta das 22h00. Espero manter o interesse. São sessenta episódios e há mais de trinta anos que não sigo uma novela televisiva com mais de três ou quatro. A história inclui-se no período 1940-1945 e retrata a invasão de uma pequena vila francesa pelas tropas nazis. No quinto episódio, alguns franceses já começam a vacilar. Iniciam-se os jogos duplos, as pequenas traições, os infiltrados, os dúbios e toda aquela parafernália que já conhecemos dos momentos de crise e que nem sei se me motiva ver de novo. Ainda por cima estou mesmo a acabar o muito interessante romance de Clara Ferreira Alves (2015:186), o "Pai Nosso", com a seguinte alusão ao "Agente Secreto" de Joseph Conrad: "(...)Havia um livro sobre um homem-bomba, um Professor que anda pelas ruas de Londres gozando o supremo prazer de poder dinamitar o mundo e liquidá-lo num segundo(...)"


 


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sábado, 16 de maio de 2015

phoenix

 


 


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Phoenix é um filme imperdível. É uma obra prima comovente. Nelly regressa de um campo de concentração e quando se confronta com as imagens anteriores à guerra para uma cirurgia de reconstrução facial as fotografias assinalam os amigos: os sobreviventes, os falecidos e os nazis. A surpresa é brutal com o universo de hipocrisia e falsidade que preenche as relações humanas. É também uma lição para os tempos neoliberais que vamos vivendo neste milénio e que nos leva a concluir que os movimentos nazis são possíveis ao virar da mais inesperada das esquinas.


 



Título original: Phoenix



 


Alemanha, Outono de 1945. Nelly Lenz (Nina Hoss) é uma sobrevivente dos campos de concentração nazis. Apesar de ter escapado à morte, sofreu vários ferimentos que lhe deixaram o rosto totalmente desfigurado. Lene Winter (Nina Kunzendorf), que trabalha para uma agência judaica, cuida dela e leva-a para Berlim, ajudando-a de todas as maneiras que é capaz. Quando, após uma cirurgia de reconstrução facial, Nelly se apercebe de que está quase irreconhecível, Nelly sente-se perdida. É então que decide ficar na cidade e procurar Johnny (Ronald Zehrfeld), o marido, que tudo indica ter sido quem a denunciou às autoridades alemãs. Certo dia, encontram-se. Convencido de que Nelly morreu, Johnny não a reconhece. Mas propõe-lhe um trato: dadas as semelhanças com a esposa que julga falecida, pede-lhe que finja ser ela própria e o ajude a reclamar uma herança em seu nome. Determinada a descobrir a verdade sobre as intenções do homem com quem casou e que nunca deixou de amar, Nelly concorda…

Com argumento e realização do alemão Christian Petzold ("Bárbara"), é a adaptação cinematográfica da obra "Le Retour des Cendres", de Hubert Monteilhet. Em 2014, "Phoenix" recebeu o Prémio da Crítica Internacional (Fipresci) no Festival de Cinema de San Sebastián, no País Basco. PÚBLICO


 


 



 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

das consciências

 


 


 


A Alemanha prepara uma acusação para 50 guardas de Auschwitz. São homens com cerca de 90 anos de idade e o facto de terem trabalhado no campo de concentração será motivo para processo por cumplicidade em assassínios. Compreende-se esta espécie de exorcismo ao fantasma do nazismo. O universo alemão terá pesadelos frequentes com a História.


 


Regista-se a não prescrição dos crimes da segunda guerra. E sem querer misturar assuntos tão delicados, é também compreensível que os Gregos (ainda recentemente um ministro alemão, do alto da sua arrogância, aconselhou os gregos a venderem ilhas), "e de acordo com um relatório do seu Ministério das Finanças, tragam para a agenda a dívida que a Alemanha tem perante a Grécia, relativa às indemnizações da Segunda Guerra Mundial, que corresponde a mais de 162 mil milhões de euros.

sexta-feira, 15 de março de 2013

só os alemães? então e os outros?

 


 


 


É recorrente culpar apenas os ultraliberais alemães (sei que é suave, sei que sim) pela austeridade em curso e pelas ideias que devastaram a Europa na segunda guerra. É como se não existissem familiares políticos no resto da Europa e também em Portugal. Bertrand Russel (1993:100) "O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos, via assim os tempos que antecederam a segunda guerra.