quinta-feira, 24 de junho de 2010

a vez dos conselhos gerais

 


 


 



 


 


 


No auge da luta contra o modelo de gestão muitos professores foram a caminho dos Conselhos Gerais Transitórios com o argumento de que assim estariam por dentro das decisões e que poderiam atenuar a destruição do poder democrático da escola (recebo um ou outro mail a atribuir um qualquer corporativismo à expressão "poder democrático da escola" que uso com frequência; surpreendo-me; surpreendo-me sempre quando a palavra democracia é incómoda).


 


Pois esses senhores professores, e se estão em desacordo com os mega-agrupamentos, peguem na letra e no espírito da lei e digam bem alto de sua justiça. E, já agora, peçam o apoio dos seus parceiros do órgão. Para causas justas não deve ser difícil.

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