No auge da luta contra o modelo de gestão muitos professores foram a caminho dos Conselhos Gerais Transitórios com o argumento de que assim estariam por dentro das decisões e que poderiam atenuar a destruição do poder democrático da escola (recebo um ou outro mail a atribuir um qualquer corporativismo à expressão "poder democrático da escola" que uso com frequência; surpreendo-me; surpreendo-me sempre quando a palavra democracia é incómoda).
Pois esses senhores professores, e se estão em desacordo com os mega-agrupamentos, peguem na letra e no espírito da lei e digam bem alto de sua justiça. E, já agora, peçam o apoio dos seus parceiros do órgão. Para causas justas não deve ser difícil.
PIM!!!
ResponderEliminarNão acredito. Ficam sentados à espera, como é costume.
ResponderEliminar