quarta-feira, 25 de agosto de 2010

efeitos esperados

 


 


 



 


 


 


Ontem, o Jornal de Negócios imputou à Educação um aumento de 31% na despesa com pessoal em 2010 (e é bom que se sublinhe o ano em causa). É uma conhecida táctica de preparação de terreno. Vai na linha dos 11 milhões de euros de horas extraordinárias dos professores.


 


A notícia obteve duas reacções imediatas: uma, na linha que defendi aqui, que desmonta a impossibilidade e outra, que aceita esse número e que o insere num conjunto de medidas despesistas na Educação que o governo tomou por causa das eleições de 2009. A segunda surpreendeu-me.


 


Hoje registei a esperada terceira reacção. Os economistas do regime apressaram-se a verberar as corporações e a exigir uma mão de ferro que as ponha na ordem. Iniciaram o milénio com esta cassete e não têm outra. Advogaram logo um corte nos salários e imaginaram o fim do subsídio de natal de 2010. Tudo previsível.

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