O monstro insaciável do supraime (sei que no original é suprime, mas li o neologismo num ensaio de economês, achei piada e ficou) associado às diversas versões das parcerias público-privado, arrasta a generalidade dos países mais ricos. Começa a ficar claro que os fortes tentam passar a exclusividade do desnorte para os PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha). Há dívida pública bem mais agravada nos Estados Unidos, Inglaterra, França ou Japão, por exemplo. Os fortes refugiam-se criando picos mediáticos que retirem a atenção sobre as suas fraquezas. Os países do sul deveriam confederar posições.
Fazes lembrar o Professor Marcelo: "falas" de tudo quanto é actualidade... ou será o Nuno Rogeiro?
ResponderEliminarComo é que se diz? Tá bem abelha
ResponderEliminarFizeste-me rir
Onde é que estás a teclar? O que é que foi o jantar? Podia fazer mais perguntas
No Promethean, evidentemente...
ResponderEliminarAbelha não, abelhão!
ResponderEliminarIsso é mesmo interessante (o promethean)?
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