segunda-feira, 22 de novembro de 2010

greve

 



 


 


 


O meu modo de ser remete-me para o risco individual e quotidiano.Tem sido assim ao longo da vida e mudarei muito pouco. Por outro lado, não sou dado a momentos de catarse colectiva. Em regra, respeito quem protesta e dou atenção aos motivos.


 


Raramente falhei uma greve, tenho escrito muito sobre a luta dos professores e a propósito da situação política que vivemos. Seria redundante estar neste momento a fazer resumos.


 


Ponderei muito bem o que vou escrever a seguir. Há uma evidência que não contesto: a situação que vivemos responsabiliza os "mercados" e o financiamento da banca falida. Aos outros restam algumas armas. Uma delas é a greve. Para começar esta fase, não me parece nada mal. Serei mais um a aderir. Em 24 de Novembro de 2010, e apesar de tudo, farei greve.

19 comentários:

  1. Sempre a mesma grandeza.

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  2. Ganda movimentação, carago. Pra frente cambada.

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  3. Não pode ser de outra forma...

    (parece que há gente que não faz porque é pouco só um dia. Se fossem 15,era porque é demais...)

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  4. Ora nem mais!

    Eu também vou fazer greve.
    Eu também protesto.

    E não acredito nos pressupostos daqueles que dizem não fazer... sindicatos e tal... não vale a pena e coiso...

    Sou uma nêspera, mas não aquela... ;)

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  5. Sempre houve esse género.
    Não dá sequer para ficar surpreender.

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  6. ou ficar ou surpreender... Escolham! :D

    Não dá para ficar surpreendido.
    Não dá para surpreender.

    ;)

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  7. Paulo G. Trilho Prudencio22 de novembro de 2010 às 22:36

    Esse argumento tb já cansa uma bocado, concordo com os dois

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  8. Santo Onofre duplicado22 de novembro de 2010 às 22:55

    Está a aquecer...

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  9. NÃO PODEMOS PARAR!!!!!!!!!!!

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  10. Garcia Pereira dá lições no Prós e Contras...

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  11. São rosas ou laranjas.

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  12. Viva Paulo,
    lamento o «apesar de tudo» no que isso significa de menor convicção em relação à justeza da tua opção.
    É que, "apesar de tudo", a opção sobre fazer ou não a greve é uma opção individual e de cidadania.
    Não acredito em "grevistas contrariados", mesmo quando os tenho em boa consideração. Como é, objectivamente, o teu caso.
    Acredita, meu caro, que só para lá do PS é que será possível (re)construir um país justo e solidário. Sem necessidade de "injecções atrás da orelha".
    Abraço,
    e Viva a Greve Geral

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  13. Paulo G. Trilho Prudencio23 de novembro de 2010 às 11:24

    Viva Francisco.

    Não se trata de convicção. Trata-se apenas de apesar de tudo o que disse e do que tenho escrito.

    Força aí.

    Abraço.

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  14. Paulo G. Trilho Prudencio23 de novembro de 2010 às 11:27

    Oh Francisco,

    Fizeste-me rir com essa coisa das injecções atrás da orelha. Já nem me lembrava. O processo ainda está em uso?

    Sabes como é que se chama o transporte público aqui pelas Caldas da Rainha? Toma

    Abraço.

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