O meu modo de ser remete-me para o risco individual e quotidiano.Tem sido assim ao longo da vida e mudarei muito pouco. Por outro lado, não sou dado a momentos de catarse colectiva. Em regra, respeito quem protesta e dou atenção aos motivos.
Raramente falhei uma greve, tenho escrito muito sobre a luta dos professores e a propósito da situação política que vivemos. Seria redundante estar neste momento a fazer resumos.
Ponderei muito bem o que vou escrever a seguir. Há uma evidência que não contesto: a situação que vivemos responsabiliza os "mercados" e o financiamento da banca falida. Aos outros restam algumas armas. Uma delas é a greve. Para começar esta fase, não me parece nada mal. Serei mais um a aderir. Em 24 de Novembro de 2010, e apesar de tudo, farei greve.
Sempre a mesma grandeza.
ResponderEliminarEntão? Não exageres, que raio.
ResponderEliminarDigo o que me apetece
ResponderEliminarGanda movimentação, carago. Pra frente cambada.
ResponderEliminarSalvo seja, pois.
ResponderEliminarNão pode ser de outra forma...
ResponderEliminar(parece que há gente que não faz porque é pouco só um dia. Se fossem 15,era porque é demais...)
Ora nem mais!
ResponderEliminarEu também vou fazer greve.
Eu também protesto.
E não acredito nos pressupostos daqueles que dizem não fazer... sindicatos e tal... não vale a pena e coiso...
Sou uma nêspera, mas não aquela... ;)
Sempre houve esse género.
ResponderEliminarNão dá sequer para ficar surpreender.
ou ficar ou surpreender... Escolham! :D
ResponderEliminarNão dá para ficar surpreendido.
Não dá para surpreender.
;)
Esse argumento tb já cansa uma bocado, concordo com os dois
ResponderEliminarEstá a aquecer...
ResponderEliminarNÃO PODEMOS PARAR!!!!!!!!!!!
ResponderEliminarGarcia Pereira dá lições no Prós e Contras...
ResponderEliminarNão falho.
ResponderEliminarSão rosas ou laranjas.
ResponderEliminarViva Paulo,
ResponderEliminarlamento o «apesar de tudo» no que isso significa de menor convicção em relação à justeza da tua opção.
É que, "apesar de tudo", a opção sobre fazer ou não a greve é uma opção individual e de cidadania.
Não acredito em "grevistas contrariados", mesmo quando os tenho em boa consideração. Como é, objectivamente, o teu caso.
Acredita, meu caro, que só para lá do PS é que será possível (re)construir um país justo e solidário. Sem necessidade de "injecções atrás da orelha".
Abraço,
e Viva a Greve Geral
Sim, lá estarei.
ResponderEliminarViva Francisco.
ResponderEliminarNão se trata de convicção. Trata-se apenas de apesar de tudo o que disse e do que tenho escrito.
Força aí.
Abraço.
Oh Francisco,
ResponderEliminarFizeste-me rir com essa coisa das injecções atrás da orelha. Já nem me lembrava. O processo ainda está em uso?
Sabes como é que se chama o transporte público aqui pelas Caldas da Rainha? Toma
Abraço.