quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

alunos sem aulas?

 


 



 


Como se comprova no vídeo, os alunos das escolas cooperativas não nas aulas para se poderem manifestar na campanha abençoada do atual presidente da República. Se fossem alunos de escolas públicas, qual seria a reação do mainstream e do próprio alto magistrado da nação?


 


 


 









7 comentários:


  1. Face ao exposto, coloco-lhe uma série de questões: É legítimo falar-se em "custo" por aluno quando se demonstra que há dinheiro a ser gasto indevidamente? Será que em vez de "custo" não deveríamos falar antes, e cada vez com maior insistência, em "investimento"? O que falta ao Estado (até à Judiciária...) para investigar o paradeiro destes milhões em falta e, bem assim, aos atropelos às leis laborais que vemos denunciados por todo o lado? Será que haverá professores motivados se lhes forem oferecidos salários baixos e precariedade? Será que, no futuro, existirão professores vocacionados para a sua profissão?
    Finalizo, lembrando algo que me parece fundamental: há bom ensino privado, que funciona legalmente e que obtém bons resultados (porque valoriza o trabalho entre todos os membros da comunidade educativa) e há ensino "privado" que vive dos subsídios do Estado, que se alimenta de ilegalidades e que envergonha quem vive num país democrático! Sinceramente, custa-me que se misturem estes dois conceitos e ainda me custa mais ver que se juntam numa Associação (AEEP) quando os valores defendidos, o mérito dos projectos educativos e a legalidade em que funcionam, de uns e outros, se encontram tão distantes!

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  2. Bem caçado, o homem de boliqueime.

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  3. "É um desespero muito grande", prosseguiu Cavaco Silva. "Façam as investigações que quiserem, publiquem tudo, no dia 23 [dia das eleições] talvez eu possa ler".
    Segundo a revista, "o Cavaquistão da Coelha" tem origem em 1993. Teófilo Carpeto Dias, que foi assessor administrativo de São Bento quando Cavaco Silva era primeiro-ministro, adquiriu duas sociedades 'offshore', uma das quais promovia a urbanização da Coelha. A revista explica a forma como Carpeto Dias acabou por comprar um dos lotes da urbanização, que viria a ser habitada também por Cavaco Silva, Oliveira Costa e Fernando Fantasia, ex-homens-fortes da Sociedade Lusa de Negócios.
    A vivenda de Oliveira e Costa, no valor de 362 mil euros, terá sido paga pelo BPN.

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  4. É, um mísero professor na altura, uma miserável...

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  5. Ricardo Santos, Barcelona13 de janeiro de 2011 às 22:24

    Cavaco não espere o meu voto. Cumprimentos Professor.

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