Passei parte da infância e da adolescência a conviver com um enorme painel pintado por Malangatana. O centro lúdico do Banco Nacional Ultramarino, em Moçambique, fez uma escolha, para a parede interior da entrada de uma das salas, a que ninguém ficava indiferente: no meio de cores quentes e de corpos em representação do desespero, Malangatana afirmava o seu génio.
Vi-o a última vez no armazém dos artes, em Alcobaça (um projecto interessante que não deve perder), integrado numa exposição temporária e que registei com uma acolhedora viagem na memória. Era, sem dúvida, um Malangatana.
Soube hoje do seu falecimento. Nem os génios escapam ao destino.
Morreu o pintor Malangatana
LINDO!!!!
ResponderEliminarFica a obra; grande, imperecível!
ResponderEliminarTalento, vontade e a magia de África . só podia ter como resultado "Um grande artista e um grande Homem".
ResponderEliminar