quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

e se entrarmos em recessão

 


 


Lemos, processamos e temos o direito de fazer projeções como os economistas. Se falharmos, apenas competimos com o mainstream. Pelo que percebo, se entrarmos em recessão o produto interno desce e a dívida pública sobe, mesmo que a despesa esteja controlada. Só mesmo umas exportações astronómicas é que salvarão a coisa. Perguntam-me: mas não se tinha de cortar salários e aumentar impostos? Tinha de se cortar na despesa, é certo, mas há toneladas de despesa para cortar sem ser massa salarial e estou cansado de o repetir.


 


Sou sincero: a euforia com o sucesso de ontem deixou-me meio perplexo. Juros da dívida a 6,7% são uma descomunalidade e numa semana a coisa altera-se, considerando a volatilidade dos mercados.


 


Krugman: emissão de dívida de ontem foi “pouco menos que ruinosa”


 


"A taxa de juro de 6,7 por cento a que o Governo colocou ontem Obrigações do Tesouro a dez anos no mercado é “pouco menos de ruinosa”, de acordo com o economista liberal Paul Krugman.(...)"

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