quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

naturalmente

 


 


Os agrupamentos (ou amontoados) de escolas que nasceram na última década de século passado, que ganharam vida nos corredores do ME já neste milénio e que foram bandeira de terraplenagem apressada dos governos do actual PS são uma péssima ideia. São uma opção despesista que terá de ser corrigida a prazo. Os países que avançaram com esta megalomania estão a recuar em passo acelerado e a Finlândia, por exemplo, estabelece para 500 alunos o número máximo das escolas de grande escala. Portugal está do avesso, na falência e tem um governo que insiste na tragédia.


 


Novos agrupamentos escolares trazem confusão


 


O novo modelo é ainda um quebra-cabeças para as direcções de agrupamentos com o triplo da dimensão.

5 comentários:

  1. Haja quem diga verdades. Bem haja Paulo.

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  2. O problema é que muitos só querem tacho e tratar da sua vidinha e levam com tudo em cima...

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  3. Os agrupamentos já existiam, englobando escolas desde a pré -escola ao 3º ciclo, a única diferença é que agora incluem à cabeça uma secundária, e são os dirigentes das secundárias, que estavam sozinhas, que notam a diferença...

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  4. Se queres resolver o problema nomeia uma pessoa, caso contrário uma assembleia. É isso que se passa... tudo muito democrático, com muito folclore, muitas festinhas e powerpoint. O ensino piora. Depois, reuniões em cima de reuniões para decidir o sexo dos anjos, como se a profissão de um professor não fosse ensinar, mas político. Reuniões fora de horas porque não há sala disponível, ou porque A,B, ou C só sai às 18 horas e está numa escola a 35 Kms. Felizmente que não sou professor... Claro que em breve vamos assistir (se não é já) a que os directores desses Mega-Agrupamentos sejam boys

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  5. Um Governo que para poupar põe em causa a Escola e a Educação, com cortes enormes e a todos os níveis, só pode ser constituído por gente mal formada. Mas a vidinha deles está garantida, pois claro.
    Eu estou para ver o que isto vai dar. Desde 2006 que tudo muda, todos os anos. O problema é que os meus alunos de hoje não têm nada a ver com os anteriores, que por sua vez já nada tinham a ver com os seus antecessores. Onde vamos parar?

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