terça-feira, 8 de março de 2011

marcha da indignação, agora sim

 



 


Estive o dia todo fora da rede. Quando ontem programei o post para comemorar o terceiro ano da inesquecível manifestação de 8 de Marco de 2008, fiz um link para a marcha da razão que se realizou a 8 de Novembro do mesmo ano. Peço desculpa pelo erro. No meio de cerca de 4000 posts, e já com tanta manifestação relatada, devo estar perdoado. Todavia, é bom recordar que, e apesar de se julgar impossível, o 8 de Novembro superou o 8 de Março. Nomeei a manifestação do dia 8 de Março de 2008 como "Marcha da indignação" e o título do post ficou "Mais de 100 mil professores em rede"; está aqui. Os títulos e as nomeações foram bem pesadas. Que me desculpem os mais cépticos, mas acredito que é possível renovar a esperança.

25 comentários:

  1. Renata Branco, Educadora Contratada8 de março de 2011 às 22:54

    A emoção e a sede de justiça está aos pulos na consciência dos professores e educadores. Bem haja.

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  2. Às vezes considero as críticas dos bloggers divisionistas, mas reconheço que nos últimos dias conseguiram pôr muita gente aflita.

    Têm esse e outros méritos. Parabéns sinceros.

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  3. Joana Ribeiro, Encarregada de Educação8 de março de 2011 às 23:07

    ... e nós estamos atentos e reconhecidos...

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  4. não_voto_ps_nem_psd8 de março de 2011 às 23:12

    Acreditar como?

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  5. ...desculpa a inconfidência porque sei que a saúde dos teus não é das melhores.. a tua força, Paulo, só surpreende os que contigo jamais lidaram de perto... mereces dias felizes... obrigas-nos a ter esperança... grande abraço desde o Ocidente...

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  6. Encarregada de educação8 de março de 2011 às 23:53

    Qual é a posição das Confederações de Pais? Ao que sei, estão caladas como é costume...

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  7. Sindicalista, a par com todo o apoio que dei, tenho sido uma pessoa bastante crítica da actuação dos sindicatos, sobretudo a nível da assinatura do acordo de princípios e da não marcação da manifestação de Setembro, (convocada por Mário nogueira na manifestação de Maio), exactamente a pensar na união da classe, da união consciente e efectiva e não do vai atrás acrítico.

    Se queremos uma classe unida temos que a representar efectivamente e temos que contar com todos e ouvir todos. Os sindicatos têm uma responsabilidade redobrada - é que, ao contrário do que se possa pensar, não é por serem eles o rosto da classe que podem decidir "pela sua cabeça", muito pelo contrário, têm o dever de escutar muito...

    Todos de alguma forma somos responsáveis pela aniquilação da luta há um ano, porque já em outras alturas a classe avançou independentemente dos sindicatos mas isso não tira responsabilidade nenhuma à gravidade que representou o acordo de princípios numa altura em que toda a classe esperava apenas um sinal para voltar a "estar lá".

    No sábado lá estarei porque a união na luta está acima de tudo mas não contem com uma postura acrítica porque nesse dia terei deixado de lutar!

    A esta postura eu não chamo divisionismo mas consistência!

    Um abraço e até sábado

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  8. ...essa é que é essa...

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  9. Temos de falar de TODOS os sindicatos e não só de alguns. Que se saiba os sindicatos cavaquistas já saíram da plataforma e negoceiam os aberrantes números das cotas...

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  10. Concordo plenamente.

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  11. É importante separar o trigo do falso trigo!

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  12. Sábado lá estarei!
    Beijos

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  13. Eu também. Tenho mesmo que acreditar, bolas! :-)
    Um abraço daqueles, grande, mesmo!

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  14. "Olhando do Oriente"9 de março de 2011 às 03:09

    Eu também lá "estarei".

    Abração para vós.

    Agostinho

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  15. Até agora temos tido uma situação de plataforma embora nem todos os sindicatos tenham assinado o acordo de princípios (mas esses não tiveram expressão nas decisões, embora tenham todo o meu apoio na opção que tomaram), por isso faz sentido falar em sindicatos. A partir de agora é que a situação pode ser diferente.

    Quando a Fne se demarcou da plataforma, disse que era bom que isso acontecesse se fosse para imprimir um rumo claro à luta, rumo à conquista do que sempre foi e continua a ser fundamental. (não me esquecendo porém que há uns anos atrás roeu a corda depois de uma situação em que muitos professores vieram para a rua).

    Quando começou a demarcar-se da ADD e valorizou mais o concurso de professores, também disse que assim não valia a pena e que se era para isso não valia a pena ter-se demarcado.

    Não me interessa se os sindicatos são cavaquistas ou comunistas ou seja lá o que for, interessa-me o que fazem pela educação e até agora o resultado do seu trabalho não tem sido brilhante. Cá estou para dar o meu contributo e continuar o que considero ser fundamental - a união da classe, com vista à intransigência em questões que são básicas para a "saúde" da educação. Se os movimentos independentes pudessem ter mais espaço na nossa luta, em união com os sindicatos e com toda a classe, claro está, seria um passo importante.

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  16. Viva Cristina.

    A união seria fundamental, mas não está nada fácil. Vamos ver.

    Bom dia e força aí.

    Abraço.

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  17. Obrigado. Está tudo melhor, dentro do possível.

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  18. ... e não acredito na FNE nem nos outros...

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  19. Olá Paulo!

    Concordo.
    Mas continuemos em direcção àquilo que achamos estar bem. Acredito que mais tarde ou mais cedo, havemos de conseguir.


    Beijinhos
    Cristina

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  20. Eu claro que irei!
    Sou positiva. Ainda acho que esta ADD vai cair.

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