Quase quarenta anos depois da bela revolução dos cravos, leio hoje uma espécie de arrependimento por parte de um dos mentores do 25 de Abril de 1974. Otelo Saraiva de Carvalho refugia-se no estado a que isto chegou para declarar o seu arrependimento, como se a história pudesse ser analisada de modo tão simplista. É: as nossas "elites" são um bocado cómicas, lá isso são.
lol!!!! Que ridículo...
ResponderEliminarÉ Helena, estamos mesmo
ResponderEliminarCósmicas...
ResponderEliminarÉ o que acontece quando os egos são excessivamente grandes. Ou seja, o ego de Otelo Saraiva de Carvalho insuflou-se de tal modo que perdeu toda e qualquer noção da realidade. Julga a História como se esta lhe pertencesse e fosse da sua mera vontade que dependessem os desfechos dos acontecimentos. No entanto, estes inscrevem-se em algo muito maior do que ele e daquilo que ele é capaz de avaliar.
ResponderEliminar- Isabel X -
É Isabel: parece que estamos numa fase de Otelos sem fim
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ResponderEliminarÉ verdade que há mais pessoas com as tendências que se evidenciam em Otelo. É próprio dos seres humanos serem assim, salvo raras e honrosas excepções.
Mas era de Otelo que falávamos e o caso dele é mais grave porque tem uma dimensão simbólica.
É triste!
- Isabel X -
Concordo. É da natureza humana. Nem sei se o facto de tratar a revolução dos cravos na primeira pessoa explica aquela coisa do projecto global e das certezas sem fim. As obstinações são sempre maus sinais.
ResponderEliminarExactamente!
ResponderEliminar- Isabel X -
E os Professores não têm sido obstinados?
ResponderEliminarEssa é boa caro diabo. Dizer que tínhamos a força da razão não o convencerá. Digo que temos sido muito tolerantes e determinados. As provas estão aí.
ResponderEliminarÉ um Diabo a pedir perdão -:)
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