Este conteúdo do Público é pago, mas foi publicado hoje na edição impressa. E a formulação interrogativa de Armando Pires é simples: por que é que a corrupção passou ao lado da ajuda externa, nem uma palavra sequer, sabendo-se que Portugal é um dos piores entre os países desenvolvidos?
Diria mais: em toda a campanha eleitoral em curso tenho ideia que quase que aconteceu o mesmo. Há especialistas que dizem, belisquem-se, que Portugal tem uma administração tão lenta e pesada que a corrupção favorece a circulação de capitais. Não sei se são os mesmos que defendiam, antes da hecatombe, a desregulação dos mercados. Se não são, parece. Deu no que deu.
bem observado
ResponderEliminar