quinta-feira, 13 de outubro de 2011

orçamento 2012

 


 


A declaração do primeiro-ministro confirma o contrário do que disse após as eleições: afinal estamos ao nível da Grécia e os funcionários do estado vêem o seu rendimento liquido penalizado em 20% em dois anos. A receita do actual governo é brutal e determinada pelo poder financeiro que domina o mundo ocidental. Há uma interrogação curiosa que interessa fazer: estão "aprisionados" ou são testas de ferro?


 


Houve um detalhe na citada declaração que não percebi: a justificação que diz que 70% do orçamento deste ano já está comprometida. Mas se já estamos em Outubro, no mês 10 de 12, o que seria de esperar? Ou foi um lapso ou uma fraca encenação.

20 comentários:

  1. Riria se não estivesse pasmado com tanta hipocrisia.

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  2. Fausto Viegas (Norte)13 de outubro de 2011 às 21:38

    O Norte bai reboltar-se, carago.

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  3. Porquê só os funcionários públicos? E porque também não aplicar uma taxa ao sector privado? Não são os bancos uns ladrões que andam a especular e levar isto tudo ao estado em que estamos? Neste orçamento existe uma grande desigualdade social. Se somos capazes, todos temos que contribuir da mesma forma.

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  4. "Houve um detalhe na citada declaração que não percebi"


    Só um???

    Então percebeu se os pensionistas que vão ver as suas reformas subtraídas em subsídios são apenas os da CGA?

    E os da Segurança Social, não?

    Ou tiram os subsídios aos aposentados da segurança social e poupam os trabalhadores no activo?

    Eu nem quero esforçar-me por perceber mais nada, pois subir-me-á a tensão arterial e... não se pode ficar doente!

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  5. Não disse os que não concordo; esses estão implícitos no resto do post.

    O detalhe que referi surpreendeu-me mesmo.

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  6. Eu percebi-o. E também concordo consigo.

    Não consegui foi expressá-lo, pois não consigo acalmar a minha zanga, de tal maneira são volumosas as coisas que me surpreendem!

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  7. Que nos subtraiam é uma coisa.

    Que nos digam que "estas medidas são o músculo da Economia" (por exemplo Diogo Feio, na SIC Notícias), quando o que acarretam de mais certo é uma profunda recessão... isto é um insulto.

    Até admito ser "legalmente roubada", mas nunca insultada!

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  8. Com receio de um levantamento nacional, optou pelos mais fáceis de abater, fazendo despontar sorrisos em todos aqueles trabalhadores do privado que esperavam que a medida aplicada este ano para o subsidio de Natal se estendesse a 2012. Mais uma vez são os mesmos a pagar a crise... Cobardia? Depois de uma redução remuneratória, da retirada de parte deste subsidio de Natal, ficamos durante dois anos sem subsidio de Natal e Férias, para pagarem SCUT's, PPP, TGV, BPN, EP de transportes, etc... Não seria mais justo distribuir por todos os sacrificios?

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  9. Sim, porquê só o corte nos funcionários públicos? O Estado falido não é de 10 milhões?

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  10. Qual 10 milhões? Tretas.

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  11. Ó Viegas
    Num sei nãoe...Anda tudo morcãoe, num te parece?

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  12. . A coisa está preta. Eu brinco para não chorar. Vou-me contentando em dizer uns palavrões por enquanto. Acho que ainda estou na fase da negação.

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