Numa época de cortes salariais e de um apagão, de duvidosa constitucionalidade, nos subsídios de 2012, o chairman da nova EDP vai auferir 45 mil euros mensais mais as benesses ilimitadas do costume. E escusam de arremessar com o populismo, como ouvi ontem ao actual bastonário da ordem dos advogados por causa do cartão de crédito de 4 mil euros mensais, para almoços e jantares, de um ministro português.
Deve sublinhar-se que os comportamentos de desperdício fazem escola e não precisamos de olhar para instituições privatizadas ou em vias disso. Há instituições do estado que continuam a viver com esses maus hábitos, num regime em que o único projecto que se reconhece é o-gastar-por-gastar-ou-porque-sim-ou-porque-sobrou.
O problema das "instituições do estado que continuam a viver com esses maus hábitos, num regime em que o único projecto que se reconhece é o-gastar-por-gastar-ou-porque-sim-ou-porque-sobrou", é que ninguém nas instituições sabe o que entrou, por que entrou, em que se gastou e porque sobrou.
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