domingo, 12 de fevereiro de 2012

cyborg

 


 



 


 


Por me interessar por várias coisas ao mesmo tempo, percebi que tinha de me organizar e dediquei-me à construção de bases de dados para os mais variados assuntos. A dos ficheiros secretos tem várias entradas e algumas incluem resumos de conferências.


 


Andava à procura dumas questões que apresentei a Eduardo Prado Coelho e encontrei as que coloquei a Bragança de Miranda na mesma conferência sobre corporeidade, em 7 de Novembro de 1997, na Cruz Quebrada.


 


Muito obrigado. Vou colocar duas questões e gostaria que estabelecesse uma relação entre elas, partindo de três categorias: ideologia, responsabilidade e dor.


Primeira questão: considerando o conceito de ideologia, que por aqui estabelecemos, como um conjunto de interesses inconfessáveis (e pensei no consenso manufacturado de Chomsky e na comunidade que vem de Agamben) quais são os interesses inconfessáveis da ideologia do corpo? Segunda questão: se a responsabilidade das ligações são de cada um dos corpos organológicos, e se o primeiro movimento da responsabilidade é a dor, como será a responsabilidade de um corpo sem dor e a que ideologia isso interessa?


 


A resposta de Bragança de Miranda, depois de sorrir e pensar um bocado, foi sábia: o mundo passa mais pelas palavras do que pela fisiologia.

4 comentários:

  1. Cyborg é uma personagem de banda desenhada da companhia DC Comics. Ele é bem conhecido como um membro dos Novos Titãs. Victor "Ciborgue" Stone, é líder atual dos Novos Titãs. Victor era um atleta, que num acidente perdeu grande parte de seu corpo, e graças ao seu pai cientista, conseguiu substituir a massa perdida por componentes robóticos, e com isso acabou virando um ciborgue. Cyborg também é um dos personagens da série de tv Os jovens Titãs.

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  2. A polícia dispersou hoje à tarde com granadas de gás lacrimogéneo a multidão de milhares de pessoas que se concentrava na praça Syntagma, junto ao parlamento grego em Atenas, onde está a ser discutido o novo plano de austeridade para o país.

    O ambiente de festa, com música de intervenção difundida por 12 altifalantes presos a candeeiros e partilha de mensagens políticas nas bancas dos partidos, foi interrompido quando se começaram a ouvir petardos disparados pela polícia, que antecederam o lançamento de granadas de gás lacrimogéneo, constatou a Lusa no local.
    Embora ainda estejam pessoas no centro da praça, muita gente recuou para as artérias laterais, mas não abandonou a zona, demonstrando revolta e vontade de regressar ao ponto da concentração.

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