Ninguém pode, ou não deve, viver sem se interrogar. O valor da pergunta é insubstituível e acrescenta conhecimento, cooperação e mobilização.
Uma instituição não avança se não cultivar, com sinceridade, o valor da pergunta, mesmo da que não se sente obrigada a emitir uma qualquer resposta.
"...ou (não) deve..."
ResponderEliminarParece-me mais que ninguém consegue, verdadeiramente, viver sem se interrogar. Quando muito, sobrevive. Interrogar, questionar, são nutrientes imprescindíveis para a alma, sinais de vitalidade e estímulos para avançar, mesmo que a resposta tarde ou nunca apareça. Mesmo que a resposta "apenas" suscite novas interrogações...
Subscrevo
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