quinta-feira, 31 de maio de 2012

goldman sachs dirige o mundo

 


 


 


Quando comecei a prestar atenção ao Goldman Sachs e à presença de António Borges, salvo erro em 2006 ou 2007, como um guru do trágico subpraime e putativo candidato instantâneo a primeiro-ministro de Portugal, sou franco: fiquei desconfiado e escrevi vários posts sobre o assunto, sempre com a sensação que podia estar a cair no registo de teoria da conspiração. Mas não. Hoje ninguém tem dúvidas e Portugal perderá muito com a presença do citado António Borges nas privatizações.


 


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