Os números devem ser próximos disso, naturalmente.
É assim em todo o mundo civilizado e com percentagens ainda mais elevadas (e com orçamentos para o sistema escolar muito mais elevados, mesmo em percentagem do PIB).
Afinal, as pessoas ainda são importantes para que o ensino aconteça.
Qual é a percentagem que o Pedro propõe? (não vale argumentar com os orçamentos de seminários e conventos em que os missionários leccionam, embora o Vaticano transborde em ouro)
Eu não proponho nenhuma percentagem. Apenas alerto para um facto. E se a troika exige que se corte 10% no orçamento do ME, está mais que visto onde se tem que cortar: no número de professores necessários ao sistema. Racionalização e luta ao desperdício são princípios básicos para Nuno Crato. Com as inevitáveis consequências que todos conhecemos...
Olhe que no Ministério da Educação a proporção apresentada pelo Borges está correcta: 80% do orçamento deste ministério é com salários!!!
ResponderEliminarOs números devem ser próximos disso, naturalmente.
ResponderEliminarÉ assim em todo o mundo civilizado e com percentagens ainda mais elevadas (e com orçamentos para o sistema escolar muito mais elevados, mesmo em percentagem do PIB).
Afinal, as pessoas ainda são importantes para que o ensino aconteça.
Qual é a percentagem que o Pedro propõe? (não vale argumentar com os orçamentos de seminários e conventos em que os missionários leccionam, embora o Vaticano transborde em ouro)
é inadmissível
ResponderEliminarEu não proponho nenhuma percentagem. Apenas alerto para um facto.
ResponderEliminarE se a troika exige que se corte 10% no orçamento do ME, está mais que visto onde se tem que cortar: no número de professores necessários ao sistema. Racionalização e luta ao desperdício são princípios básicos para Nuno Crato. Com as inevitáveis consequências que todos conhecemos...
Quem não estiver alertado anda a dormir ou é desatento. Não têm feito outra coisa a não ser cortar no número de professores. Mais Pedro?
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