terça-feira, 2 de outubro de 2012

parece impossível

 


 


 


O facto de António Borges continuar a passear a sua sabedoria é um fenómeno sobrenatural e que não deixa espaço para se duvidar do que é acusado.


 


 


"António Borges, o consultor do Governo para as privatizações, inflacionou brutalmente o peso real dos salários dos funcionários públicos. Disse que o peso desta despesa no total seria de 80%, quando na verdade é de apenas 20%. Em termos absolutos, o economista está a cometer um exagero superior a 200% relativamente à realidade oficial.(...)"

5 comentários:

  1. Olhe que no Ministério da Educação a proporção apresentada pelo Borges está correcta: 80% do orçamento deste ministério é com salários!!!

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  2. Os números devem ser próximos disso, naturalmente.

    É assim em todo o mundo civilizado e com percentagens ainda mais elevadas (e com orçamentos para o sistema escolar muito mais elevados, mesmo em percentagem do PIB).

    Afinal, as pessoas ainda são importantes para que o ensino aconteça.

    Qual é a percentagem que o Pedro propõe? (não vale argumentar com os orçamentos de seminários e conventos em que os missionários leccionam, embora o Vaticano transborde em ouro)

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  3. é inadmissível

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  4. Eu não proponho nenhuma percentagem. Apenas alerto para um facto.
    E se a troika exige que se corte 10% no orçamento do ME, está mais que visto onde se tem que cortar: no número de professores necessários ao sistema. Racionalização e luta ao desperdício são princípios básicos para Nuno Crato. Com as inevitáveis consequências que todos conhecemos...

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  5. Quem não estiver alertado anda a dormir ou é desatento. Não têm feito outra coisa a não ser cortar no número de professores. Mais Pedro?

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