Talvez Steiner não saiba o que é a desconstrução... Derrida preocupou-se e muito, por pensar a política, a amizade, etc,, etc., ... E o pos-modernismo, talvez só hoje uma palavra que serve para quase tudo, também julgo que não implica o que Steiner diz. Até da boca dos sábios podem sair dislates, é o que de imediato me ocorre. A seriedade do que é pensado não se compadece com a banal opinião, saia ela da boca de um sábio.
O parágrafo tem, como sempre, de ser inserido no contexto. É uma resposta a uma pergunta de A. Spire sobre uma contradição que este diz detectar no discurso de Steiner sobre a necessidade da transmissão de conhecimentos e o facto de defender que um judeu é de lugar nenhum; e outras coisa mais, claro. Não me parece que Steiner tenha boa opinião da desconstrução o que também me surpreendeu. Mas esta obra é fascinante e surpreendente. Steiner argumenta com a sua idade já avançada para dizer exactamente o que pensa e até para se sentir bem coma as suas contradições.
Parabéns pelo teu blogue, se me permites. Gostei muito de ler os posts sobre a nossa presença nas conferências de Prado Coelho e Bragança de Miranda. Inesquecível.
Tenho um link com o primeiro post, para não o perder mesmo :), e só ainda não o publiquei porque ando com o tempo todo cronometrado e um bocado cansado e queria escrever qualquer coisa e não apenas publicitar o post.
Talvez Steiner não saiba o que é a desconstrução... Derrida preocupou-se e muito, por pensar a política, a amizade, etc,, etc., ...
ResponderEliminarE o pos-modernismo, talvez só hoje uma palavra que serve para quase tudo, também julgo que não implica o que Steiner diz. Até da boca dos sábios podem sair dislates, é o que de imediato me ocorre.
A seriedade do que é pensado não se compadece com a banal opinião, saia ela da boca de um sábio.
Temos de conversar sobre a obra que cito.
ResponderEliminarO parágrafo tem, como sempre, de ser inserido no contexto. É uma resposta a uma pergunta de A. Spire sobre uma contradição que este diz detectar no discurso de Steiner sobre a necessidade da transmissão de conhecimentos e o facto de defender que um judeu é de lugar nenhum; e outras coisa mais, claro. Não me parece que Steiner tenha boa opinião da desconstrução o que também me surpreendeu. Mas esta obra é fascinante e surpreendente. Steiner argumenta com a sua idade já avançada para dizer exactamente o que pensa e até para se sentir bem coma as suas contradições.
Parabéns pelo teu blogue, se me permites. Gostei muito de ler os posts sobre a nossa presença nas conferências de Prado Coelho e Bragança de Miranda. Inesquecível.
Tenho um link com o primeiro post, para não o perder mesmo :), e só ainda não o publiquei porque ando com o tempo todo cronometrado e um bocado cansado e queria escrever qualquer coisa e não apenas publicitar o post.