A presidente da Assembleia da República não dá posse à comissão para os cortes de 4 mil milhões de euros porque os partidos da oposição não estão representados. Seguiremos os desenvolvimentos.
Sabemos que os cortes que se pretendem para o sistema escolar, e a exemplo do que aconteceu no verão passado, podem ser perpetrados sem a aprovação de uma comissão deste género em mais um sinal do estado de excepção.
Sabemos que a maioria que governa deseja o apoio do PS e veremos como é que situação interna deste partido influenciará a oposição veemente que se aguarda. Se o investimento em Educação já caiu para 3,8 do PIB, onde ficará o número se os radicais ideológicos do Estado mínimo prevalecerem.
Não há administração pública que resista a tanto corte a eito e sem qualquer mobilização das pessoas.
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