quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

da espécie de nonsense

 


 


 


 


Está completamente fora do meu ideário manifestações inaceitáveis como a de ontem na Faculdade de Direito com um coelho enforcado. É, para além de tudo, mau gosto; muito mau gosto.


 


Tenho ideia que a vaga "que se lixe a troika" tem uma dimensão imensurável e é escusado encontrar "responsáveis". É tão despropositado e desconhecedor apontar estes ou aqueles, como considerar que o episódio grotesco do coelho foi uma conspiração da JSD que seguiu a sugestão de Marcelo Rebelo de Sousa para se "opor" à Grândola Vila Morena. 


 


Qualquer que seja o veredicto, não é boa ideia inventar actos disparatados nem sequer convocar grupos para combaterem os adversários.

2 comentários:

  1. Paulo, se me permites, uma coisa é achar que o acto que teve como protagonista um coelho morto foi de "mau gosto" (concordo), outra é compará-lo com um "acto bárbaro" (discordo, porque me parece excessivo).
    Barbaridades têm sido cometidas, de há alguns tempos para cá, contra a Educação/Ensino, Cultura, Direitos Cívicos e Economia. Enfim, contra a própria dignidade das pessoas mais vulneráveis deste país...

    Um abraço.

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  2. De acordo Carlos. Também me pareceu. Estava à procura da palavra adequada e saiu-me aquela. Não gostei, confesso, mais ficou. O adjectivo disparatado traduz melhor o que penso e alterei. Obrigado e abraço também.

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