sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

da história do pragmatismo

 


 


 


 


 


As questões de "ser" e"dever ser" atravessam a História e a economia política não foge a issoSe Adam Smith é considerado uma espécie de pai do Liberalismo e do primado do individual, Marx e Keynes surgem, mais o primeiro, claro, como a outra categoria da contradição.


 


Quando as lutas sociais atingem picos, como acontece na sociedade portuguesa, são comuns as críticas aos que se movem apenas por interesses particulares. Tenho percebido que não escapamos a esse pragmatismo e principalmente quando o triunfo do Liberalismo, ainda por cima prefixado com o ultra ou o neo, parece afirmar-se ainda sem contraditório modelar.


 


Quem desenha formas de contestação a essa totalidade tem de equacionar que os humanos vão paulatinamente assumindo as tendências da corrente dominante, nem que seja como mecanismo de sobrevivência, como sublinhou Adam Smith (2010:63) em Riqueza das nações, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.


 


 


 


2 comentários:

  1. Ai está de regresso a União Nacional. Só não vê quem não quer. Quando isto der para o torto(e vai dar, não tenhamos dúvidas), vamos a ver de que lado estão estes crápulas

    ResponderEliminar