Quantos lideres (alguns ainda no poder) não apareceram sorrindo ao lado de Kaddafi, cumprimentando Saddam, beijando Arafat e outros campeões da liberdade e do estado de direito? Imagine-se que a defunta, ao invés, tinha sido amiga de Allende, tão apaixonado pela democracia como o seu patríco Pinochet. Que se diria? Pouco ou nada, por certo...
Tem sido assim. São raras as excepções. A diplomacia internacional é o expoente máximo da hipocrisia. Com o triunfo do capitalismo selvagem, já só existem parceiros económicos. Os Estados não estabelecem relações apenas olham para os interesses. O que gostei nesse texto foi a sinceridade.
Quantos lideres (alguns ainda no poder) não apareceram sorrindo ao lado de Kaddafi, cumprimentando Saddam, beijando Arafat e outros campeões da liberdade e do estado de direito? Imagine-se que a defunta, ao invés, tinha sido amiga de Allende, tão apaixonado pela democracia como o seu patríco Pinochet. Que se diria? Pouco ou nada, por certo...
ResponderEliminarTem sido assim. São raras as excepções. A diplomacia internacional é o expoente máximo da hipocrisia. Com o triunfo do capitalismo selvagem, já só existem parceiros económicos. Os Estados não estabelecem relações apenas olham para os interesses. O que gostei nesse texto foi a sinceridade.
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