A contratualização externa de software para os sistemas de informação do Estado está ao nível dos pareceres solicitados a grupos de "amigos" para estudarem o estudado ou semelhante ao apoio que os grandes escritórios de advogados fornecem ao Estado nas blindagens que o prejudicam nas PPP,s, por exemplo.
O outsourcing tem depauperado os cofres públicos e sem ganhos de eficiência. Não é sequer uma conclusão apenas do universo português.
O desenho dos sistemas de informação tem de obedecer à filosofia de gestão da instituição que não pode ser imposta pelas empresas externas que comercializam as "soluções". Não pode, mas é. E o que se verifica é a institucionalização das inutilidades, o grau zero da gestão ou os elevados desperdícios financeiros.
Noutro dia ouvi uma conferência da área da saúde a testemunhar e a constatar este problema. O desperdício de milhões equivale-se aos biliões dos offshores. O império britânico nem dorme na fuga aos impostos e foge a sete pés do euro. A corrupção derrubou a sociedade ocidental.
ResponderEliminarPerdoai-lhes senhor que não sabem o que fazem...
ResponderEliminarO sentido da comparação é exagerado. Os offshores são corrupção em larga escala e o problema que o Paulo aborda é compadrio e incompetência.
ResponderEliminarConcordo que é exagerada a comparação do H. Diegues. No resto concordo.
ResponderEliminarAté um dia.
ResponderEliminarDo Lionel, desculpem.
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