sábado, 22 de junho de 2013

o expresso e o mais do mesmo

 


 


 


 



 


Expresso é um exemplo do jornal mainstream; faz ondas quanto baste e sobrevive em qualquer regime desde que não encerrem os palácios. Há muitos anos mesmo que perdi o hábito de comprar a edição impressa, optei por outros jornais, e só regresso de alguma forma através do online e, muito de vez em quando, pela edição em papel.


 


Leio com frequência que a qualidade do jornal vem sempre a descer. Não sei. Os jornais têm fases e nem sempre gostamos do que lemos nos momentos mais quentes. Se olharmos para a edição deste fim-de-semana com preocupações com o sistema escolar, confirmamos duas lógicas nada abonatórias da qualidade de um jornal: o cartoonista-chefe-digamos-assim e um dos cronistas principais passam a ideia de instrumentalização dos professores o que demonstra uma imperdoável preguiça na busca de informação. O cronista parece continuar a escolher os professores como alvo das suas iras e de modo a sei lá o quê. Até seleccionou uma imagem de um vermelho sangue com um machado pronto a actuar ao mesmo tempo que zurze no jornal que mais riscos tem corrido na defesa da democracia e sem fazer muitas cedências.


 


 


 



 


 


 

9 comentários:

  1. Não se confunda a Fenprof com os professores!
    E a questão do martelo e do fundo vermelho apenas me parece uma metáfora da ligação da Fenprof ao PCP. Só lá falta mesmo a foice...

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  2. Docente em greve de fome
    Uma professora da Escola EB 2+3 de Moura está em greve de fome para
    protestar contra as políticas educativas.

    Há uma professora da Escola EB 2+3 de Moura em greve de fome desde
    3ªfeira à noite. Susana Valente tem 41 anos é professora de Português
    e Inglês e decidiu avançar com este protesto para dar visibilidade à
    luta dos professores que, na sua opinião, vivem neste momento uma
    situação de desespero devido às politicas seguidas pelo ministério
    tutelado por Nuno Crato. Ainda segundo Susana Valente os professores
    têm sido “desautorizados” e “enxovalhados”, por isso, apela à luta e à
    união dos seus colegas de profissão.

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  3. Confundir um machado com um martelo, enfim, talvez seja da vista turva...

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  4. Considero a professora muito corajosa, mas penso que não será com lutas individuais que vamos conseguir aquilo que queremos, mas sim com lutas coletivas.
    Se continuarmos a greve às avaliações isso sim, pode ser uma mais valia.

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  5. Em relação à ilustração é mais NÃO HÁ MACHADO QUE CORTE A RAIZ AO PENSAMENTO, pois como é bastante evidente aquilo é um cepo (simboliza os professores) e um machado (simboliza o MEC).
    Em relação à legenda é gente com mau perder que é capaz de fazer tudo, digo mesmo tudo para o povo os ler.

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  6. Todos os sindicatos em Portugal têm o mesmo problema Pedro. E quanto mais pequenos pior.

    É Carlos :)

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