domingo, 22 de setembro de 2013

Retratos de uma Europa em crise profunda

 


 


 



 


 


 


O Público online faz um retrato da Alemanha que destaca em primeira página. Alguns ficarão surpreendidos com a devastação que o ultraliberalismo provocou na Europa que desgraçadamente também fez escola nos socialistas e sociais-democratas. Os "germanófilos" apressados farão de conta que não leram. 


 


Temos sempre de dar um desconto às comparações e aos elogios de circunstâncias. Também ouço com frequência laudos à disciplina irlandesa. Enfim. Estive recentemente uma semana em Dublin. Não sei se são impressões da "última viagem", mas os irlandeses são muito afáveis e recebem muito bem. Conversam muito e fiquei a saber coisas que desconhecia. Cerca de metade da população não trabalha e os subsídios começam pelos 188 euros semanais, mais as despesas com o aluguer de casa, com a água e com a energia; recebem mais 188 euros semanais por cada filho. As economias locais agradecem, onde se incluem os tradicionais pub´s sempre em lotação esgotada. Apesar disso, vi muitos sem-abrigo. Dá ideia que os EUA e a Grã-Bretanha têm interesse em manter aquela ilha pacificada e pagam-no a qualquer preço. Os alemães são mais virados para dentro e a "sua Europa" é no centro e no norte.


 


 


 

3 comentários:

  1. Cerca de metade da população desempregada é uma bomba relógio que mais tarde ou mais cedo explodirá.
    Cumprimentos.

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  2. Concordo que é uma bomba relógio. Explodirá? bem, é um país habituado a longas e fortes lutas.

    Cumprimentos também Obrigado.

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