Considero as infernais inutilidades informacionais o verdadeiro eduquês que nos levou a exigir a implosão do MEC como quem derruba um muro. A outra crítica do eduquês, onde se inclui Nuno Crato, resume-se, como há muito se observou, a um jogo de sombras do II contra o I.
São ambos nefastos.
Sempre que o II tem que concretizar o que criticou ao I, o eduquês emerge como se comprova, na forma e no conteúdo, com a ignomínia da prova de avaliação para os professores contratados.
Mas mais: assiste-se a neodefensores-no-modelo-catavento eduquês I (vulgo inferno de má burocracia e de inutilidades) a advogarem o sucesso PISA 2009 (alunos com 15 anos que entraram na escola em 1998 e que não foram contaminados pelo expoente do I a partir de 2007 nem pelo do II desde 2011) e a acusarem, com razão se elencassem razões que, naturalmente, desconhecem, o eduquês II (achamentos curriculares, aumento dos alunos por turma e mais do mesmo no resto) de sei lá o quê.
É: a nossa sociedade e a nossa escola pública até estavam a progredir apesar das "elites".
(Já usei parte deste texto noutro post)
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