domingo, 26 de janeiro de 2014

o caso gps na comunicação social - expresso

 


 


 



 



 


 


 


 

20 comentários:

  1. Não é só os estabelecimentos particulares que precisam de buscas também deve haver muitos públicos que devem de precisar do mesmo remédio.

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  2. Caro anónimo, se sabe de algum caso que envolva um estabelecimento público de educação, tem meios à sua disposição para fazer a sua denúncia.

    Se não tem, deixe de opinar, de forma camuflada, porque anónima, sobre aquilo que não sabe.

    Não são as Escolas Públicas que mereceram a atenção de mais de 100 agentes da Polícia Judiciária.

    Não foram as Escola Públicas que foram acusadas de múltiplas e contínuas ilegalidades.

    Não são os profissionais da Escola Pública que ostentam carros topo-de-gama, nem têm uma vida de luxo.

    Não são as Escolas Públicas que viram o seu nome associado a corrupção, branqueamento de capitais e enriquecimento ilícito.

    Há leis em Portugal, vivemos em democracia, que se cumpra a lei e que sejam punidos os criminosos.

    Repito: se sabe de algum caso, denuncie, mas faça-o de cabeça erguida, não se refugie no "anónimo"...

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  3. Ao longo da história, as instituições geridas pelo Estado cometeram irregularidades; e as escolas também. Mas não se compare a dimensão, francamente. Há organismos do Estado (na saúde, nas obras públicas, etc) que têm sido criminalizados por corrupção. Mas são orçamentos que nada têm a ver com as escolas do não superior.

    Ainda há semanas se mediatizou uma busca parecida, embora de menor dimensão, na saúde. Tenho ideia que a instituição se chama SANFIL e que se financia no Estado e em seguros de saúde; é uma espécie de cooperativa também.

    Fazer estas acusações ao abrigo do anonimato, e sem referir o nome das instituições, não acrescenta credibilidade; pelo contrário.

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  4. Perfeitamente de acordo, acho nem que se investigue é de louvar a proecupação dos professores do ensino pùblico com os colegas do privado, além de se preocuparem com o excesso de trabalho que eles têm, das horas segundo eles náo renumeradas, e ainda com o brinde de os mandarem para o desemprego arautos anti corrupção que espero que a seguir andem de empresa pùblica em empresa publica ou subsidiada por dinheiros publicos a defenderem o contribuinte. Ainda bem que zelam pelos meus impostos.

    Bem haja

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  5. Tenho o hábito de responder a todos os comentário, mas parece-me que o seu agradecimento é irónico. Não sei se acompanha o blogue, mas não é capaz de apontar um post no sentido que me parece criticar.

    Imagino que estes casos provoquem sentimentos de injustiça. Houve queixas e relatos da comunicação social sobre o assunto, mas, e pelo que se pode ler, esta acção do Ministério Público e da Polícia Judiciária é resultado de um ano de investigação também a partir de 6 auditorias da Inspecção-Geral de Educação que foram enviadas às organizações judiciais pelo próprio Ministério da Educação e Ciência.

    Vamos deixar a justiça funcionar e pugnar para que a sociedade portuguesa eleve os actos de cidadania e combata a corrupção que todos criticamos e que nos levou à bancarrota.

    Se o bem haja não é irónico e se é dirigido ao editor do blogue, agradeço e retribuo.

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  6. Ao contrário de outros, não me refugio no anonimato para comentar o seu "post"!
    Há um investigação em curso, então deixe que ela decorra e aguarde, como nós, tranquilamente as suas conclusões! Quando chegar a hora de as ler, espero que este blogue as escalpelize da mesma maneira, não esqueça que até prova em contrário, todos somos inocentes e como diz vivemos em democracia, logo o grupo GPS é inocente até prova em contrário!
    Vamos aguardar as conclusões do inquérito, não esqueça que isto é um inquérito, uma investigação e não faça disto um julgamento em praça pública, não achincalhe quem trabalha com afinco, é uma pessoa honrada e cumpridora das leis da sua invocada democracia!
    Deixe que a democracia aconteça e quando houver a conclusão do processo saiba aceitar as suas conclusões. Não continue a desconfiar da sua invocada democracia, confie na invocada justiça e investigação, nem que seja uma só vez!
    O nosso silêncio nunca foi um assumir de culpa, foi antes uma tentativa de elevação! Veja se desta vez não apaga o meu comentário do seu blogue e se, desta vez, deixa que ele seja um exercício do direito democrático à resposta!
    Relativamente aos nossos carros luxuosos que tanto o importunam, saiba que são fruto do nosso trabalho e esforço! Saiba que existimos para além da GPS, temos vidas próprias, fontes de rendimento próprias... E saiba, também, que não é em praça pública que temos de o esclarecer...
    Já agora é feio ser invejoso, ensinou-me a minha mãe rica em vários aspectos!
    Sim! Tenha a certeza sou professora no Colégio Rainha Dona Leonor!!
    Não, a sua direcção não me obrigou a escrever estas palavras!!! Elas são fruto da minha indignação contra quem fala sem nos conhecer, contra quem despeja as suas frustrações profissionais em que trabalha com prazer sem qualquer pejo.
    Elsa Oliveira

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  7. Francamente, não percebi.

    A Elsa Oliveira acompanha o blogue? A que post é que se está a referir? Qual foi o comentário que apaguei? Onde leu uma linha que eu tenha escrito que inclua o que refere?

    Tenho a impressão que está a fazer uma qualquer confusão.

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  8. Caro senhor,
    os blogues são públicos e como profissional do ensino tenho por hábito manter-me a par daquilo que a blogosfera comenta, sobretudo, se eles ao meu local de trabalho se referem.
    O meu comentário diz respeito ao post do Senhor João Pereira.
    Nem sequer é uma resposta, é um desabafo de quem só quer trabalhar sem ser importunado por comentários de quem não conhece o nosso trabalho e se limita a tentar denegri-lo em praça pública.
    Chega! Já disseram demais, já insultaram, já fingiram preocupação connosco, já nos apelidaram de tudo... Aguardem a conclusão da investigação e desta vez acreditem nela!
    E é claro que o senhor só se limita a publicar tudo o que encontra sobre nós, nunca a tecer comentários...
    Como administrador do blogue há de saber se alguma vez apagou algum comentário favorável à GPS...
    Obrigada pela sua resposta pronta.

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  9. Cara senhora Elsa Oliveira.

    Quando diz que "E é claro que o senhor só se limita a publicar tudo o que encontra sobre nós, nunca a tecer comentários.." devo precisar o seguinte: sobre este último assunto, publiquei recortes do expresso e do i e tenho por ali da gazeta das caldas, do público e do dn.

    Já nem me parece oportuno, pelo menos por agora, fazer mais posts sobre esta acção do MP e da PJ.

    Portanto, e como vê, não publico tudo. Não teço só comentários. Tenho opinião e tomo posição sobre vários assuntos (o que nem sempre faz a vida fácil a quem o faz, como imagina). Vivemos num estado de direito e a opinião é livre (até a que não nos agrada)

    Publico, mesmo que discorde, textos favoráveis à privatização do sistema escolar, comento-os e dou opinião sobre eles. Também não publico tudo, como é evidente. A linha editorial sou eu quem a define. Pode enviar-me textos seus ou que entenda interessantes, que analisarei e publicarei se considerar oportuno.

    Quando diz "Como administrador do blogue há de saber se alguma vez apagou algum comentário favorável à GPS..." quer dizer o quê? As reticências são uma forma de praticar as insinuações que veio aqui criticar? Em 22284 comentários devo ter apagado uns 2 ou 3. Nada tinham a ver com o GPS. Eram publicidade misturada com sei lá o quê ou insultos entre comentadores.

    Não tem que agradecer a resposta pronta, mas agradeço-lhe por ler o blogue e dar a sua opinião.

    Procuro responder a todos os comentários.

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  10. Que paciência Paulo Prudêncio, embora valha pelo cházinho...

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  11. A paciência que tu tens, Paulo Prudêncio, merece os meus (nossos) mais rasgados elogios.

    Confesso que ainda alinhavei uma resposta a quem tão abruptamente saiu em defesa da honra dos soldados maltratados, mas ia bater nas mesmas teclas: Verdade, Justiça, Rectidão de Carácter, ou seja, aquilo que queremos transmitir, todos os dias, aos nossos alunos.

    Valerá a pena?

    Sim, já sabemos, o Grupo GPS é inocente até prova em contrário...

    Sim, já sabemos que as centenas de notícias, denúncias e reportagens, ao longo dos últimos anos, apenas constituem um gigantesco esquema para denegrir a imagem dos colegas do particular (entendamo-nos, há muitos e bons profissionais no ensino privado, até no grupo GPS...).

    Sim, andamos todos a imaginar coisas esquisitas como a distribuição de turmas na rede escolar e sobre a verdadeira necessidade do dinheiro dos contribuintes servir interesses, no mínimo, duvidosos (ainda assim inocentes?).

    Sim, alguns de nós terão inveja, vejam só... Porque não têm 80 carros topo-de-gama na garagem do prédio ou porque, vejam só, não têm outros rendimentos além do salário miserável de funcionário público.

    Sim, a luta que os professores do ensino público encetaram em defesa dos seus direitos e de uma Escola ao serviço das populações, sem a mira no lucro ou numa posição poderosa na sociedade, é uma luta inglória.

    O que podemos nós fazer se, do outro lado, há verdadeiros profissionais, competentíssimos, entusiastas e livres para manifestarem a sua opinião?

    Quem somos nós, afinal, milhares de alunos depois, se não sabemos competir com os nossos colegas do privado, verdadeiros paladinos da verdade e da justiça?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, para nos atrevermos a colaborar com a Justiça e com os seus agentes?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, para nos atrevermos a não nos calarmos perante tanta hipocrisia, ignomínia e corrupção?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, senão uma espécie em vias de extinção, neste maravilhoso mundo do Portugal contemporâneo, em que inocentes são vilipendiados continuamente na comunicação social?

    Enfim, Paulo Prudêncio, quem somos nós que percebemos que isto está como dizia o poeta:

    "Nenhum que use de seu poder bastante
    Pera servir a seu desejo feio,
    E que, por comprazer ao vulgo errante,
    Se muda em mais figuras que Proteio.
    Nem, Camenas, também cuideis que cante
    Quem, com hábito honesto e grave, veio
    Por contentar o Rei, no ofício novo,
    A despir e a roubar o pobre povo!"

    Bem-hajas e bem ajas, Paulo Prudêncio!

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  12. A paciência que tu tens, Paulo Prudêncio, merece os meus (nossos) mais rasgados elogios.

    Confesso que ainda alinhavei uma resposta a quem tão abruptamente saiu em defesa da honra dos soldados maltratados, mas ia bater nas mesmas teclas: Verdade, Justiça, Rectidão de Carácter, ou seja, aquilo que queremos transmitir, todos os dias, aos nossos alunos.

    Valerá a pena?

    Sim, já sabemos, o Grupo GPS é inocente até prova em contrário...

    Sim, já sabemos que as centenas de notícias, denúncias e reportagens, ao longo dos últimos anos, apenas constituem um gigantesco esquema para denegrir a imagem dos colegas do particular (entendamo-nos, há muitos e bons profissionais no ensino privado, até no grupo GPS...).

    Sim, andamos todos a imaginar coisas esquisitas como a distribuição de turmas na rede escolar e sobre a verdadeira necessidade do dinheiro dos contribuintes servir interesses, no mínimo, duvidosos (ainda assim inocentes?).

    Sim, alguns de nós terão inveja, vejam só... Porque não têm 80 carros topo-de-gama na garagem do prédio ou porque, vejam só, não têm outros rendimentos além do salário miserável de funcionário público.

    Sim, a luta que os professores do ensino público encetaram em defesa dos seus direitos e de uma Escola ao serviço das populações, sem a mira no lucro ou numa posição poderosa na sociedade, é uma luta inglória.

    O que podemos nós fazer se, do outro lado, há verdadeiros profissionais, competentíssimos, entusiastas e livres para manifestarem a sua opinião?

    Quem somos nós, afinal, milhares de alunos depois, se não sabemos competir com os nossos colegas do privado, verdadeiros paladinos da verdade e da justiça?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, para nos atrevermos a colaborar com a Justiça e com os seus agentes?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, para nos atrevermos a não nos calarmos perante tanta hipocrisia, ignomínia e corrupção?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, senão uma espécie em vias de extinção, neste maravilhoso mundo do Portugal contemporâneo, em que inocentes são vilipendiados continuamente na comunicação social?

    Enfim, Paulo Prudêncio, quem somos nós que percebemos que isto está como dizia o poeta:

    "Nenhum que use de seu poder bastante
    Pera servir a seu desejo feio,
    E que, por comprazer ao vulgo errante,
    Se muda em mais figuras que Proteio.
    Nem, Camenas, também cuideis que cante
    Quem, com hábito honesto e grave, veio
    Por contentar o Rei, no ofício novo,
    A despir e a roubar o pobre povo!"

    Bem-hajas e bem ajas, Paulo Prudêncio!

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  13. Obrigado João. O teu comentário entrou em duplicado. Vou apagar um :)

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  14. Acho que a sra elsa tem todo o direito de opinar, concordo que ninguém deve ser julgado em praça publica até a justiça dar o seu parecer.
    Mas creio que se existe uma investigaçâo em curso certamente a justiça terà motivos vàlidos para tal pelo menos no sentido de repor a verde seja o grupo gps inocente ou culpado.
    Agora é obvio que existe uma certa guerrinha entre o colégio de Caldas da rainha do grupo gps e a escola publica assim como existe alguem que os informa certamente do que se passa para là das paredes do colégio já vi certas noticias comentàrios etc. Que me levam a fazer crer isso acho todo este caso demasiado pidesco, na minha opiniâo assim como o passos disse que se lixem as eleiçôes os professores do publico estão se lixando para a maioria dos alunos do privado falo do refugo aqueles que sâo fraquinhos que dà jeito mandar para a malta corrupta do privado que coitadinhos não dâo os resultados esperados nos rankings, desculpem a franqueza entendo a vossa luta e reconheço que o colegio veio de certa forma destabilizar o vosso cantinho, mas não andem com a politica anti corrupçâo qualquer um de nós poderia fazer uma lista de locais onde existe.
    O que acho piada é um administador da gps ter 80 carros provavelmente tem um stand ..a mim é igual ao litro se foi com os meus impostos preocupa-me mais pagar rendimentos minimos a quem recusa trabalhar e nâo gera emprego, que a gente que tem 80 carros mas cria postos de trabalho, fui aluno de uma escola publica e do privado hà uns anos e garanto ou tive azar ou a escola publica era fraca, raro era o professor empenhado vi alguns claro mas tambèm muito incompetente nâo criem a ideia publico é o melhor porque basta ver o sns que temos para dar uma imagem geral

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  15. Comentando parte do post do sr joao pereira
    ( O que podemos nós fazer se, do outro lado, há verdadeiros profissionais, competentíssimos)

    Parece que o ilustre colega agora tem capacidade de avaliar o desempenho dos professores do privado.
    Como os avaliou? Com tal comentário fico na duvida se os alunos ficam bem no publico ou privado a crer nas suas palavras, que creio nâo serem irónicas, e como crente na sua avaliação fico num impasse terrivél afinal apesar de corruptos até se ajeitam. Como dizia a minha tia albertina, Com a verdade me enganas. E como dizia o outro bem aja



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  16. Caro joâo pereira,

    Vi que anotou o bem haja do meu ùltimo post, assim como colocou lado a lado um bem aja no final do seu post.
    Creio ter sido edcucado e como pessoa educada que sou para que entenda o porque ustilizei bem haja e nâo bem aja deixo um esclarecimento para que nao se equivoque de futuro
    :A forma correcta, para se agradecer a alguém, é bem haja.

    Trata-se de uma forma de agradecimento, equivalente a \"tenha tudo de bom\".

    Ex: \"Bem haja, pela ajuda que me deu!\"

    Quanto a \"bem aja\" não funciona propriamente como uma expressão, mas também pode ser usada como um conselho: bem aja = execute algo bem, faça algo bem, proceda de maneira correcta.

    Enquanto \"haja\" é uma forma do verbo haver, \"aja\" é uma forma do verbo agir.

    Esta expressão pode também ser usada no plural, quando nos dirigimos a várias pessoas. Ao dizermos \"bem hajam\" estamos a agradecer a várias pessoas, desejando-lhes que tenham tudo o que é bom.

    Sendo assim

    Bem haja

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  17. Alguém que fale com conhecimento de causa...

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  18. Senhor Carlos Soares,

    Acredite que se tratou, apenas, de uma coincidência a utilização de "bem-hajas", nada tendo que ver com o seu comentário.

    Já em ocasiões anteriores me dirigi ao meu colega e amigo Paulo Prudêncio da forma com que terminei o meu comentário, utilizando o verbo haver e o verbo agir (reconhecendo neste último, a notável contribuição do autor neste blogue e fora dele).

    Apesar de não necessitar do seu esclarecimento (não sendo perfeito, ainda sei o significado das formas verbais da língua portuguesa), agradeço o seu contributo e cumprimento-o.

    Bem-haja.

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  19. Muito obrigado João Daniel e agradeço a todos por comentarem. Não vou responder a cada um dos comentários porque a argumentação repete-se. Faço-o deste modo porque me parece mais significativo.

    Li com atenção e julgo oportuno precisar alguns conceitos e, se possível, recentrar o debate.

    Não há, neste caso, professores do privado. Há professores de escolas geridas pelo estado e professores de escolas geridas por cooperativas. O financiamento de ambas é integralmente do orçamento do estado. Os professores do privado existem em escolas financiadas por propinas pagas pelos utentes. Há várias em Portugal, mas neste caso não é assim.

    Gostava de ler opiniões de todos sobre alguns assuntos: ilegalidade na construção de escolas geridas pelas cooperativas onde havia oferta da rede pública e concursos públicos de professores para todas as escolas financiadas pelo orçamento do Estado. Limites à constituição de turmas nas redes escolares concelhias, privatização de lucros através de verbas do orçamento do Estado e pagamento com dinheiros públicos das administrações das cooperativas muito acima do que está previsto na lei e que tem sido condenado pelos sucessivos governos desde 2005.

    Quanto ao destino dado à privatização de lucros, deixemos isso ao MP e à PJ. Comparar estas questões com o rendimento mínimo garantido é um argumento que não esperava ler por aqui.

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