É nos mesmos centros cerebrais que se sente a beleza de uma equação ou de uma obra de arte. A conclusão tem tanto de óbvio como de justo e questiona mais uma vez os desmandos dos descomplexados competitivos que nos governam.
É justo para os matemáticos que tantas vezes assistem ao desdém dos "agentes culturais", mas é também uma lição para os que usam o preconceito que despreza a importância dos ensinos das humanidades ou das artes.
Não é por acaso que os jovens investigadores em ciências exactas atrasam o interesse por outras belezas enquanto se aborrecem com a incompreensão dos outros em relação às suas visões e sentimentos.
Também se compreende ainda melhor os que defendem que as lideranças nas organizações se caracterizam por um único exercício: discorrer a propósito de uma obra de arte.
"O binómio de Newton é tão belo como a Vénus de Milo.
ResponderEliminarO que há é pouca gente para dar por isso.
óóóó — óóóóóóóóó — óóóóóóóóóóóóóóó
(O vento lá fora)."
Poema de Álvaro de Campos, engenheiro futurista
:) :)
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