segunda-feira, 3 de março de 2014

tiver?! são uns cómicos

 


 


 



 


 


 


 


A confusão entre os verbos ter e estar deve ser uma gralha do expresso online que sublinhei a bold. Mas que Barroso aponta tanto para o ter como para o estar, lá isso é uma verdade conjugada pelo mainstream.


 


Repare-se: Passos & Seguro são considerados fotocópias (mais ainda porque Passos faz de conta que se esqueceu do fanatismo ideológico de 2011) que nomearam os Dupond & Dupont, Assis & Rangel, e que recuperaram dois especialistas (e que especialistas!) em aparelho, Coelho & Relvas.


 


Mas as fasquias eleitorais são diferentes. Seguro arrisca o lugar se não golear Passos nas europeias, mas este não corre riscos se for goleado. Dá ideia que Barroso conhece bem o consenso que deseja.


 


 


"(...)No início de janeiro, Barroso defendeu abertamente as vantagens de Portugal optar por um programa cautelar. Agora, explica a evolução da sua posição com a evolução da situação: "A situação evoluiu favoravelmente, mais ainda do que se previa. Claro que um programa cautelar dá sempre mais garantias, mais segurança, mas se Portugal tiver em condições de dispensar um programa cautelar, melhor para todos, é óbvio."(...)"


 


 


 


 

8 comentários:

  1. O Barroso anda a tramar alguma...

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  2. Presidenciais, Paulo. Penso eu de que. Tiver lol!!!

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  3. Barroso ao referir a necessidade de 'consenso político' para haver saída 'limpa' do resgate, estragou tudo porque o PS quer tudo menos uma saída limpa.

    Para o PS, uma saída limpa, não quer dizer vitória do País, mas sim uma vitória do Governo, e isso o PS não tolera.

    Barroso deu um tiro no pé do Governo, ao ser tão claro, tão claro, que até Seguro vai entender...

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  4. Ainda ninguém explicou se vamos ter uma saída limpa porque é que reforçam a austeridade, cortam nos salários (antes não o tinham feito) roubam os reformados, aumentam os impostos como nunca, diminuem o abono de família, cortam nos subsídios de desemprego, etc...algo não bate certo. Terá alguma coisa a ver com eleições?

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  5. O representante do 4.º Reich a tentar aguentar a espécie de governo de Vichy, vamos chamar-lhe, governo de mafiosos, mentirosos e ladrões.

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  6. paulo guilherme trilho prudêncio4 de março de 2014 às 13:49

    No mínimo estranho, concordo.

    Compreende-se o desabafo.

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