segunda-feira, 28 de abril de 2014

da força do voto

 


 


 


 


 



 


 


Mesmo numa crise profunda, a força das democracias é insuperável e a do voto inquestionável. A notícia que leu na imagem tem um desenvolvimento muito interessante e é da mesma família que anuncia o recuo do Governo nas indemnizações por despedimento "ilegal" (o inenarrável ministro da segurança social aparecerá a dar a boa nova, já que o pequeno partido da coligação está em campanha desde o início). As campanhas eleitorais têm muita força.


 


Soube-se que 30 mil milhões de euros de austeridade foram desastrosos, não cumpriram as metas do défice e não chegaram para tapar a corrupção dos bancos (sublinhe-se que bancos desses pululam pela Europa e pelo mundo ocidental; claro que o BPN é o auge da falta de vergonha). E vai-se sabendo muito mais nesta fase de campanha eleitoral numa Europa composta por egoístas a norte e a centro que se apressaram a apontar o dedo aos do sul. E o mais grave é que houve governos sulistas que se afirmaram para além da troika.


 


 


 


 

6 comentários:

  1. Ao lermos estes números e por que eles gostam de ser felicitados, temos que dar os parabéns ao governo pela enorme porcaria que tem feito. Anteriormente talvez se conseguisse equilibrar as contas num prazo de cinco anos, com Passos e Portas nem daqui a quinhentos. Eternamente reféns do exterior ... soberania por um canudo ! A troika gosta disto e até aconselha/impõe as medidas que caminhem nesse sentido. Sendo a troika constituída na sua essência por um pacote de fascistas, interessa a existência de países como Portugal, assim não fosse, a troika morreria e quem lá está deixaria de se encher. Leia-se porém que não defendo Sócrates, este anterior governante é acima de tudo o principal responsável por termos estas anedotas à frente do país

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  2. A notícia está muito boa, tem razão. Do melhor que já li desde que sou leitor assíduo do Público, ou seja desde sempre. O Público não deve perder esta pérola.

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  3. E não é o impagável ministro da SS apareceu mesmo?

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