sexta-feira, 9 de maio de 2014

mas as "elites" cansam-se depressa

 


 


 


 



 


 


 


Silva Lopes, antigo governador do Banco de Portugal e economista, aponta a corrupção como o "problema" português e reconhece os progressos na Educação. Esta retórica é recorrente em algumas consciências do mainstream, mas a receita é sempre a mesma: corte nos do costume, desinvestimento na Educação por desgaste das "elites", coitadas, e redução da classe média para que os BPN´s mantenham a prescrição e a impunidade (primeira edição em 25 de Março de 2014).


 



 


 


 

4 comentários:

  1. A corrupção é uma caraterística da nossa sociedade por isso do nosso povo.

    O povo aceita pagar pequenos favores, para ser o primeiro, para não pagar a multa, para arranjar emprego, etc.

    Sempre foi assim. Não somos ladrões, mas pequenos carteiristas.

    Basta ver como tanta gente que nós conhecemos fica excitada quando tem um conhecido ou amigo que é presidente da câmara, deputado ou ministro, secretário de estado ou um falador de TV...

    E começam logo a comprometer-se com cunhas...

    Tudo isto tem a ver com a falta de educação cívica e a outra...

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  2. Infelizmente a casta, queria dizer classe, política a nível ético, para não dizer qualitativo, é cada vez mais de extrema penúria!?

    Na prática – e de facto – a oposição obstaculiza, bota-abaixo, com o principal objetivo de aceder ao «pote», numa podridão obscena e impunemente reinante?

    E o facto é que o sr. Passos Coelho foi eleito através duma obscena burla eleitoral, dizendo que era necessário valorizar a palavra, que conhecia bem a situação do País (até porque tinha sido auditado pela troika e que não era necessário despedir FP, nem aumento de impostos, etc.) e que bastava cortar nas “gorduras do estado”?

    E depois?

    Cortou nas gorduras nomeando um exército de assessores com cartão laranja, acabados de ser desmamados e a ganhar milhões? 11 Motoristas? 15 Secretárias? Trezentos e tal municípios? Fundações sociais democráticas na Madeira? Milhares de «observatórios»? Centenas de deputados banqueteados que nem fidalgos? Uma Presidência das Arábias? Justiça de labirinto? Relvas i companhia?

    Enfim, pior era impossível, ou será que não?

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  3. Vou usar um argumento que o autor do blog tem partilhado muitas vezes, dando, contudo, outros exemplos.
    É habito untar as mãos desde o porteiro da escola, ao funcionário camarário e por aí fora , está no código genético do Povo Português ...As elites politícas emanam do resto e são o reflexo do resto do Povo! O Povinho perdeu os Bons valores e os governantes não têm estatura nem coluna vertebral ! Alguns dos que mais reclamam se lhes dessem oportunidade eram os mais corruptos!

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