Nuno Garoupa parece que é um académico, ainda jovem, prestigiado e preside à Fundação Manuel dos Santos (vulgo Pingo Doce, para abreviar). Para Nuno Garoupa os juízes do TC cometem uma espécie de pecado original: "pensam como funcionários públicos". Ou seja, Garoupa que se preze é descomplexado competitivo, moderno e por aí fora. Esmiuçando ainda mais um bocado, imaginamos que para Garoupa um funcionário público é acomodado, falho de ambição, despreza o sector privado e preocupa-se com pensionistas.
Lembrei-me de uma história à volta das Garoupas. Apesar de ter nascido e vivido quase duas décadas a banhar-me no Índico, só pesquei uma vez e logo uma Garoupa com uns três palmos; foi à linha e na doca do Clube Naval da cidade onde nasci. A experiência talvez me projectasse para a caça aos Tubarões e para coisas igualmente grandes e temíveis. Mas não. Fiquei-me pela Garoupa e talvez isso explique o meu destino profissional: funcionário público, falho de modernidade e ambição e um acomodado; ainda acabo numa fundação.
PS: deve considerar-se que começou oficialmente o verão.
Porque é que nunca nos surpreendem?
ResponderEliminarTambém subscrevo. Batemos no fundo.
ResponderEliminarQue falta de respeito pelos mais altos magistrados da nação! Só putos a " mandarem" no país.
ResponderEliminarEstá na moda achincalhar o Tribunal Constitucional.
ResponderEliminarAté os ignorantes o Fazem.
Cumprimentos.
Exacto.
ResponderEliminarEnfim.
ResponderEliminarEnfim.
ResponderEliminarCumprimentos também.
É só peixe graúdo, cherne, robalo e agora garoupa. Temos que utilizar rede de malha mais apertada!
ResponderEliminarPaulo, a sua projecção para a caça aos tubarões no oceano Indíco e para coisas igualmente grandes e temíveis que se refere , datam do
ResponderEliminarséculo XX.
Convém não esquecer que no século XXI, apareceu na costa do oceano Atlântico( mais própriamente na nossa costa litoral ) uma nova espécie de tubarões até à data desconhecida. Grandes e temíveis, essa espécie foi designada por «tubarões da avaliação». Alguns exemplares até chegaram a avaliar colegas de grupos para os quais nem sequer possuem habilitação própria para leccionar.
Segundo fontes geralmente bem informadas, alguns exemplares dessa espécie recentemente aguardavam a migração para «outros mares »...