Um horário zero é uma indignidade. É um processo kafkiano que se instala na profissionalidade e que magoará a mais forte das pessoas. Mas mais: o horário zero é uma desnecessidade financeira (o desinvestimento tem tido reduções financeiras anuais equivalentes a um assessor ministerial com carreira aparelhística no centrão) e só existe por preguiça, e quiçá impreparação, dos decisores centrais. É um exemplo do ultraliberalismo que envia as pessoas para o exterior do meio ambiente e que é, como se comprovou, perpetrado por familiares dos DDT´s. É um péssimo acto de gestão em qualquer ponto de vista.
Dito isto, devo sublinhar que me é incompreensível que alguém use as menções de muito bom e excelente nos últimos processos, inaplicáveis e brutalmente injustos, de avaliação do desempenho para justificar a não atribuição de horário zero. É uma espécie de Kafka contra Kafka.
Excelente desmontagem em qualquer ponto de vista. Com argumentos desses o mundo pode pular mas não avança.
ResponderEliminarPIM!
ResponderEliminarOs muito bons e excelentes não são só brutalmente injustos nos docentes,pois nos não docentes funciona parecido. Não é para justificar a não atribuição de horário zero mas sim para justificar o cinismo.
ResponderEliminarKafkiano? Não vejo como.
ResponderEliminarDe resto, não devia haver "horários zero". Atribuía-se horário para trabalho em casa sem necessidade de presença física.
Basta vontade política para imprimir mais notas de euro... ou de escudo.
Porra! Ainda não estou em mim com esta leitura.
Exacto.
ResponderEliminarAh sim, claro.
ResponderEliminarDesculpe não detalhar a resposta e nem sei se conhece bem o processo para não concluir que nem sempre se diz a verdade, ou pelo mesmos com conhecimento, sobre a redução de despesa. A bancocracia comprova-o.
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