terça-feira, 19 de agosto de 2014

mas os privados não faziam mais com menos?

 


 


 


A "desgraça" da bancocracia evidenciou a falácia de que os privados geriam melhor e faziam mais com menos.


 


E já nem me refiro à Educação onde têm falido várias universidades privadas a par dos escândalos de privatização de lucros no não superior em cooperativas que precarizaram professores e outros profissionais.


 


Na saúde, onde o apetite dos DDT´s começou mais cedo, de forma mais agressiva e se manteve mesmo após as sucessivas derrapagens financeiras nos hospitais privatizados, assiste-se ao desmoronar dos "Espíritos Santos da ADSE" que vêem OPA´s mexicanas a comprovarem o assalto ao orçamento de Estado português.


 


Não: como sempre se suspeitou, os privados faziam mais com menos se não se considerasse a privatização de lucros nem o atropelo aos mais elementares direitos dos profissionais. Talvez agora muitos percebam as curvas no ruído sobre os aumentos da quotização mensal de quem alimenta a ADSE.


 


 


 


 

5 comentários:

  1. Tudo isto é muito vergonhoso.

    Estas empresas, que vivem somente de 10% de seguros de saúde realmente privados, são cada vez em maior número, e com lucros cada vez maiores.

    Uma mina.

    Enquanto isso, os hospitais públicos, com uma gestão espremida tem que ceder doentes e médicos para estas empresas, que cobram muito mais, do que o cobrado no hospital público.

    De facto, estamos cada vez mais a nadar em dinheiro... pelo menos é isso que nos dizem os governos do PS, PSD e CDS que sempre apoiaram estas empresas, e até lhes dão hospitais públicos para gerirem.

    Uma mina.

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  2. ...os privados ficam com os lucros e o Estado obviamente paga os prejuízos.
    ...de resto tanto faz que sejam mexicanos, chineses, ou angolanos ...é tudo uma questão de habito...

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  3. E o Américo Tomás não diz nada?

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  4. O Estado só deve assegurar os depósitos à ordem e os vulgares depósitos a prazo. Tudo o que é investimento de risco é por conta desses investidores. O contribuinte não pode estar a subsidiar jogos de Casino praticado por parasitas que nada produzem. A Banca devia estar proibida de fazer investimentos de risco, como acontecia antigamente. Os depositantes não podem pagar os prejuizos por investimentos abusivos e criminosos feitos nas suas costas. Os Banqueiros não podem exigir exclusividade e carta branca para investir e depois pretender nacionalizar os prejuizos das suas vigarices e maus resultados.

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