Temos um ex-primeiro-ministro que, depois do o ser, teve de pedir dinheiro a um amigo para fazer face às despesas diárias e ficamos a saber que o actual chefe do Governo, e poucos anos antes de o ser, não tinha euros para pagar o IRS e as prestações da segurança social. Às tantas, eram da lista VIP da autoridade tributária que afinal incluía pessoas sem recursos financeiros.
Mas será que a descida não tem mesmo fim?
Hão-de estar atolados de lodo até ao pescoço e não vão. É o preço das maiorias absolutas e de outras (um presidente, um governo, uma maioria na AR).
ResponderEliminarImportante é não esquecer estes momentos, na hora de votar. Esse é um (dos) problema(s).
Sem dúvida.
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