Texto de Miguel Esteves Cardoso. Hoje no Público.
Viveu Mariano Gago.
Morreu um benfeitor. Morreu uma cabeça acima de todas as nossas.
Texto de Miguel Esteves Cardoso. Hoje no Público.
Viveu Mariano Gago.
Morreu um benfeitor. Morreu uma cabeça acima de todas as nossas.
Quem conviveu com estas coisas da Ciência e investigação de perto, sempre disse e continua a dizer que tinha sido o melhor ministro da área.
ResponderEliminarCompare-se com Nuno Crato, o do livro do anti-eduquês e dos planos inclinados, o dos "interviu" e das caixas de "Pandórra" e ....seria uma injustiça demasiadamente má de se fazer.
Incomparável mesmo.
ResponderEliminarEsse, talvez pela sua pequenez (ou tacanhez), ainda não apareceu publicamente a referir-se à enorme perda que foi a morte de Mariano Gago...
ResponderEliminarAinda não tens facebook Carlos? :)
ResponderEliminarO Paulo Fazenda (penso que comenta nos blogues com esse nome) meteu um comentário neste post a referir uma notícia do sol que tem uma declaração de Crato a dizer que Mariano gago era brilhante.
Comentei assim:"É natural que Crato faça esses destaques; é a obrigação institucional. Se ouvisse o discurso que referi, de Mariano Gago, perceberia o quão nefastas têm sido as acções dos institucionalistas".
Continuo a resistir, Paulo. Até quando me manterei antiquado? O problema é que, vou percebendo, estou a perder algumas coisas interessantes...
ResponderEliminarQuanto ao teu comentário, não poderia estar mais de acordo: as acções destes institucionalistas têm sido verdadeiramente nefastas. Desde logo, para muitas instituições que deveriam ser amplamente apoiadas!
Acreditas, Paulo, se te disser que ainda oiço mais telefonia do que vejo tv?
ResponderEliminarAs redes sociais são o que se sabe. Podem ser úteis, mas, e se me permites, é necessária alguma disciplina. As pessoas que andavam pelo blogue do Paulo Guinote estão por lá. O Paulo Guinote vai postando, embora o formato seja outro e com mesmo caracteres.
ResponderEliminarAcredito Carlos. É interessante perceber que há uma geração (mais nova, entre os 20 e os 40) com muitas pessoas que nem ligam a televisão, embora também ouçam pouca rádio. Ouvem música no youtube e nessa explosão que é o streaming. Há canais de música, que são pagos a uns 5 a 10 euros por mês, com toda a música produzida. Impressionante a velocidade destes tempos.
ResponderEliminar"menos caracteres" e não "mesmo caracteres"
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