Peguem em Cavaco Silva, Passos Coelho e Nuno Crato e ponham-nos, devidamente mediatizados, a concorrer como se fossem professores contratados no inferno burocrático que está em curso. Em seguida, obriguem-nos, e devidamente assessorados pelo secretário Casanova, a explicar ao mundo como é que um país pode ser tão improdutivo e armar-se em superior em relação aos parceiros na União. Depois admirem-se que o FMI vá passando a mensagem que Portugal é o próximo.
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