domingo, 12 de julho de 2015

do mérito do Governo grego

 


 


 


Os tempos não estão para deuses (a imagem ajuda) e o mérito do Governo grego parece concretizar-se: criar uma alternativa ao desastroso caminho único traçado pela Alemanha (claro que não ignoro os bancos e os casinos). Joga-se com o tempo, a França e a Itália já respiram e esperam-se mais corajosos. Os pequenos países como a Eslováquia, a Eslovénia, a Estónia, a Letónia ou a Lituânia parecem muito dependentes, mas é triste a figura dos aflitos aliados de Schäuble: verdadeiros Finlandeses, genuínos Holandeses, imaculados Irlandeses, incorruptíveis Espanhóis e autênticos Portugueses.


 


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4 comentários:

  1. Será que a Grécia só (ainda) não foi eliminada por causa dos EUA?

    Mas, concordo, é mesmo triste a figura dos dirigentes políticos finlandeses, holandeses, espanhóis e portugueses.
    Não, não me sinto nada orgulhoso por ser português nesta contenda! Nem europeu!!!
    Aliás, a Europa parece mesmo existir apenas enquanto continente. Parece cingir-se à sua geografia física...

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  2. Quem sabe Carlos: ao que consta, Obama defende a não saída da Grécia e a infeliz tirada do Schauble em relação a Porto Rico confirma-o.

    Partilho desse sentimento.

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  3. A Europa é um imenso bazar comercial para venda de produtos e os tratados foram feitos para extinguir as barreiras alfandegárias e fiscais que encareciam esses produtos.
    A Grécia foi derrotada e será espezinhada, apenas lhe restando duas alternativas: a capitulação total ficando escrava dos vencedores; entrar na politica de terra queimada podendo criar instabilidade securitária e social na Europa (fabrico de dinheiro, descontrolo nas fronteiras deixando os imigrantes desesperados atravessar o país sem impedimento, aliança com a Rússia como retaliação, criar incentivos a captação de capitais pouco licitos, etc.).

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