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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Mário Centeno: quem diria?

 


 


 


 


Em 2015, Portugal tentou um algoritmo diferente do imposto no Eurogrupo. Temeu-se a syrização. Mário Centeno chegou a Bruxelas envolto numa aura risível, semelhante à da sua primeira intervenção no parlamento que levou Passos Coelho às lágrimas de tanto rir. Por muito que custe aos avessos a qualquer ousadia científica, como parece ser o caso do ex-PM, há mérito português. É certo que o plano de Centeno priorizava a subida do consumo interno - não se verificou com essa intensidade -, e beneficiou da subida inesperada e vertiginosa do turismo. Mas é uma lição para os que adivinhavam o caos com um Governo com este apoio. Nem as sucessivas viagens em direcção à bancarrota (conduzidas pelas "elites" que guiavam - e se guiavam - o antigo arco governativo), esmoreciam o discurso só-arco-fim-da-história. O plano de Costa e Centeno é olhado como alternativa numa Europa mergulhada em problemas de navegação. Quem diria. 


 


 


 


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Imagem:


YVES HERMAN / REUTERS


 

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Das interrogações na (não?) greve dos professores

 


 


 


O Governo, apesar da municipalização, manterá a colocação de professores e atenuará a hiperburocracia transferindo a "papelada" dos refeitórios. A sério. A segunda medida foi mencionada como exemplo.


A perplexidade impõe interrogações: a burocracia que inferniza as escolas está centrada nos refeitórios? Estas pessoas da mesa negocial estavam em Marte?


E já agora: o caderno reivindicativo da greve centra-se em três eixos: descongelamentos, vinculações e aposentações decentes.


E de imediato, impõem-se mais interrogações: é táctica igualmente marciana ou é a sério? "Esquecer", também como exemplo, essa mesquinhez não financeira da democracia nas escolas, é motivo para concluirmos que a geringonça já syrizou?


 


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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Da Grécia e de Trump

 


 


 


""Os indignados andaram anos a fio em cima dos corruptos da banca e da política. Os gregos elegeram um Governo que assumiu o protesto e não é que os indignados passaram de imediato para o lado dos bancos e dos políticos? Acusavam os gregos de parasitismo. Com Trump é a mesma coisa. Diz que vai lutar contra o sistema de Washington e é ver os indignados outra vez ao lado da banca e da política. Podem descansar. O sistema americano tem a Constituição e o jogo de pesos e contrapesos". Ouvi a ideia e discordo. O Syriza era muito mais frágil do que Trump e o segundo é muito mais do sistema. Para além disso, é todo o discurso, e a história dos dois movimentos, como se viu na tomada de posse do segundo. 


Por outro lado, não confiaria assim na tal sacrossanta constituição dos EUA e nos referidos "checks and balances". Bem sei que foi alterada 27 vezes desde 1789, mas se olharmos para os seus 230 anos encontramos as maiores barbaridades "constitucionais" (a começar pelas torturas em Guantanamo): da escravatura à perseguição de "comunistas", passando por golpes de estado nas mais variadas latitudes ou pelo apoio a ditadores sanguinários. Trump é disruptor (rompe com o que está), utilizador da pós-verdade (a emoção sobrepõe-se aos argumentos) e já deu sinais de desvalorizar ou mesmo desconhecer o significado da democracia ateniense. Não será tão fácil o poder existente normalizar um Trump tão imprevisível. O seu império megalómano já faliu e voltou a prosperar. É mesmo um caso para seguir com preocupação.



 


A-terrível-humilhação-da-Grécia-Antiga-para-os-criminosos-sexuais


 


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

dos adiamentos de Cavaco Silva

 


 


 


 


Prefiro continuar a pensar que Cavaco Silva syrizou e que estas coreografias servem para que também os "seus" não lhe apontem a porta mínima. A opção de dar tempo aos "seus" para fotocópias, varridelas para debaixo das carpetes e últimos jobs, é demasiado antipatriota para um PR; como seria também impensável que Cavaco Silva "desse tempo" a António Costa para conseguir um melhor acordo com os partidos à sua esquerda; afinal, um Governo em plenas funções é importante para a economia.


 


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RAFAEL MARCHANTE / LUSA


 


 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

sair da NATO ou do euro?

 


 


 


 


 


 


É um argumentário aflito invocar a NATO ou qualquer outro assunto internacional para sustentar o arco da governação. Basta ler o que se escreveu recentemente sobre os gregos e olhar para o que Varoufakis confirmou em Coimbra: o Syriza não tinha como plano B a saída do euro.


 


Sabemos que o ineditismo do euro tem uma variável a rever com urgência: os tratados que "amarram" economias com ritmos muito diferentes. Mas também conhecemos a história política da Europa e até a mais recente nos mostra como os parisienses fugiram, com os haveres que tinham à mão, da invasão dos tanques alemães. É um exemplo do que sufragou a ideia de União e que olhou para o euro como um instrumento decisivo para a paz. Dá ideia que só há dois caminhos: União ou implosão, sendo a NATO importante mas algo remota. Pode ver o vídeo com o registo completo de Varoufakis em Coimbra.


 



 

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

haverá mudanças na europa?

 


 


 


Confesso alguma estranheza com esta súbita luta pelo poder em Portugal e não excluo a autenticidade e o optimismo. Da "Riqueza das Nações" de Adam Smith a "O capital no século XXI" de Thomas Piketti, e passando por Marx, Kuznets e alguns outros, que se pode concluir: "a história da distribuição da riqueza é sempre uma história profundamente política e não poderia ser reduzida a mecanismos puramente económicos". Como se desconfia que a Alemanha e a França desesperam por outro tratado orçamental, e que nem por acaso anunciaram há dias uma possível guerra na Europa, podemos supor que Merkel, Hollande, Juncker e o BCE tenham avisado Cavaco Silva que dispensam "bons alunos" e que "syrizaram".

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

obviamente que é a política

 


 


 


 


 


Uma democracia exige respeito pela legalidade, neste caso pela letra e pelo espírito da constituição, que inclui os resultados eleitorais. A PàF teve mais votos (duvida-se que o PSD o conseguisse sem coligação, mas isso agora é secundário) ficou longe da maioria de deputados e o PR reuniu de imediato com Passos Coelho. Antes do acto eleitoral, o PR anunciou que "exigia" uma maioria estável de governo, os líderes dos partidos tradicionalmente com mais votos pediram uma maioria absoluta para um dos lados e separaram águas. Os eleitores votaram como se sabe, as possíveis maiorias vão-se desenhando na mesa negocial e estamos perante um "tempo novo", afinal o tão desejado tempo da política, que começou, percebemos agora, há quase uma década. Parece-me que desenhei um quadro próximo de uma realidade, obviamente, complexa. É preciso paciência, facto sublinhado pelo silêncio dos mercados, do FMI ou das agências de raiting (isto agora foi para sorrir um bocado já que a bolsa de Lisboa reagiu) e não ficar aprisionado por preconceitos com quatro décadas ou até com apenas duas quando o CDS/PP era anti-arco (euro, europa, imigrantes e por aí fora) e se confundia com uma qualquer frente nacional. O bloco de esquerda, por exemplo, já deu sinais que aprendeu politicamente com as lições de "esvaziamento rápido do balão" do PRD, do CDS/PP e do próprio BE ou ainda com o recente Syriza.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

da suspensão dos juízos, da prudência e do exemplo grego

 


 


 


A divergência argumentativa à volta da formação do Governo aconselhava a helénica suspensão dos juízos: a époché (estado de repouso mental (momento de dúvida) pelo qual nem afirmamos nem negamos); mas registo algumas impressões.


 


Espero, obviamente, que a democracia funcione.


 


Ouvi o ainda PR a ler a "exclusão" em nome do acesso restrito às benesses ilimitadas do arco. Escutei as réplicas dos partidos e lembrei-me dos gregos. Por exemplo, o BE disse na campanha que não era o Syriza depois de em Fevereiro rejubilar com os feitos. Talvez fosse avisada alguma prudência associada ao respeito pela coragem dos outros. O PS tem ainda recursos para não se pasokiizar e a CDU mantém-se na galáxia da irrefutabilidade.


 


Percebi que Relvas foi a Brasília "contratar o marqueteiro" (que também fez campanhas Menezes) que "criou" a PàF (que é diferente de PSD mais CDS) em articulação com Marco Costa e Passos Coelho. É o mesmo registo que anunciou ministros de um novo Governo logo na noite eleitoral antes sequer dos números definitivos e da vontade constitucional do PR e que vai demonstrando um manancial de habilidades equivalentes a um nível tecnológico bem em forma. Não lhes auguro grande futuro: a frente de direita não deve escapar ao efeito "nova democracia".


 


Voltando à époché; a suspensão dos juízos husserliana também é actividade, ou, no mínimo, um "repouso" activo que implica uma decisão do pensar: sim ou não? E isso é muito mais fácil para os "treinadores de bancada".


 


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"A Vida e a Morte" de Gustav Klimt.


 

domingo, 27 de setembro de 2015

arquivo de repetições: estarão os eleitores completamente alheados ou fingem que não percebem?

 


 


 


 


Se os eleitores ficarem "totalmente" indiferentes à banalização do mal ou da mentira, uma democracia deve preocupar-se com a saúde. Sabemos da antiga presença da mentira em campanhas eleitorais, mas há limites. Quando o INE inscreve 4,9 mil milhões de euros no défice de 2014 que atinge uns tresloucados 7.2%, é inadmissível que Passos, sem mexer um músculo da face, anuncie uma vitória através dos juros a receber pelo Estado. O Estado emprestou ao fundo de resolução através de um empréstimo que contraiu; juros pagos com juros. A menos que a tortuosidade de Passos o levasse a pensar que o Estado emprestou à banca o que o Governo cortou além de troika: o que era ainda mais indecente. Défice, dívida, além da troika e emigração de piegas são outros ridículos em que caiu Passos Coelho. Era impensável o tratamento dado aos portugueses: sois parvos, insiste o candidato. Percebe-se ainda melhor o afastamento preocupado de Ângelo Correia, Ferreira Leite ou Pacheco Pereira. Mas a desfaçatez do "gerente" Passos é tal que anunciou um parabéns ao "sem medo" Tsipras. É impressionante esta descida para além do fundo.


 


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terça-feira, 22 de setembro de 2015

a democracia grega tem história

 


 


 


 


Os gregos decidiram-se por umas legislativas recentemente, fizeram a campanha eleitoral, votaram e três dias depois dão posse ao Governo. Por cá é o que sabemos e depois de tanta campanha e pré-campanha ainda acabamos com um Governo sem programa ou com copy-paste da amálgama anterior. Para além disso, no segundo trimestre de 2015, e com o Syriza a governar contra o resto da Europa, ou quase, os gregos cresceram quase o dobro de Portugal e as explicações podem estar no cartoon.


 


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domingo, 20 de setembro de 2015

da segunda vitória do syriza

 


 


 


Olhei para o lado simbólico na primeira vitória do Syriza do mesmo modo que sorri com as vitórias de Obama ou de Corbyn. Percebi que Tsipras e Varoufakis não tinham descido do Olimpo, que iam enfrentar os do "fim da história" numa batalha duríssima mas que nada seria como antes. O Syriza não tinha como plano B a saída do euro que seria um erro político "irreparável" e quiçá trágico. As derrotas do Syriza e de Tsipras e de Varoufakis foram em nome da coragem e da sensatez e os eleitores perceberam isso. Esta segunda vitória eleitoral do Syriza é um sinal de esperança para a Europa e esperam-se mudanças noutros países para que a política europeia seja, no mínimo, plural.


 

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

o crescimento da Grécia um dia depois

 


 


 


 


 


Um dia depois de se saber que "a economia Grega cresceu, de forma surpreendente, 0,8% no segundo trimestre de 2015", os média portugueses ignoram o assunto. Dá que pensar, realmente, uma vez que os mesmos se apressam a anunciar números parecidos, 0,4% (1,5% homólogos), em Portugal. Há inúmeros trimestres que os gregos estavam em recessão. É espantoso que a economia grega apresente estes resultados num período conturbadíssimo em termos políticos com um Governo "excluído" pelos parceiros e pelos mercados. Há, desde logo, uma conclusão acertada: a malta dos casinos faz "crescer" quem quer e quando quer.


 


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Mumok museum. Ludwig goes pop. Viena. Agosto de 2015.

terça-feira, 14 de julho de 2015

os gregos não tinham plano B?

 


 


 


"Se o Governo grego apresentasse um plano B com a saída do euro a maioria do Eurogrupo tinha provocado o Grexit", concordo com esta ideia. Há uma componente política que desesperou os defensores da tragédia austeritarista e que se acentuou nos que vão a votos entretanto. E acho uma certa piada aos "heróis" que acusam o Governo grego de capitulação. Mas há alguém que acha que é fácil ir às altas paradas do casino desafiar os falcões dominadores apoiados por inúmeros "bons alunos"? É bom não esquecer a herança grega de corrupção (e é também bom que os portugueses não se esqueçam das analogias com a Grécia, nomeadamente as "ruas de pobres" e a corrupção perpetrada pela bancocracia e pela partidocracia). Há um mérito grego inquestionável: "desmontou" o colete de forças do euro, oxigenou, como ninguém até aqui, uma alternativa e o tempo lá se encarregará de outras explicações.  


 


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segunda-feira, 13 de julho de 2015

o triste caso português

 


 


 


"O Governo português é uma espécie de animal doméstico de estimação da Alemanha e não quero acreditar que o caderno eleitoral interno norteie as suas decisões", disse o sensato Pedro Santos Guerreiro do Expresso ontem na SICN. Esta triste figura histórica do Governo português teve hoje mais um episódio de bicos-de-pés e de falácia eleitoral que dará boas caricaturas: "Passos assume autoria da medida que permitiu acordo". É um vale tudo, realmente. Não tarda e era aquém da troika desde pequenino.

domingo, 12 de julho de 2015

do mérito do Governo grego

 


 


 


Os tempos não estão para deuses (a imagem ajuda) e o mérito do Governo grego parece concretizar-se: criar uma alternativa ao desastroso caminho único traçado pela Alemanha (claro que não ignoro os bancos e os casinos). Joga-se com o tempo, a França e a Itália já respiram e esperam-se mais corajosos. Os pequenos países como a Eslováquia, a Eslovénia, a Estónia, a Letónia ou a Lituânia parecem muito dependentes, mas é triste a figura dos aflitos aliados de Schäuble: verdadeiros Finlandeses, genuínos Holandeses, imaculados Irlandeses, incorruptíveis Espanhóis e autênticos Portugueses.


 


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sábado, 11 de julho de 2015

poema ao cuidado do eurogrupo

 


 


 


 


 


Uma lâmpada cheia de azeite vangloriava-se,


uma noite, perante os que passavam ao pé de si,


que era superior à estrela da manhã,


pois projectava uma luz mais forte que todas.


De repente, sacudida por um sopro de vento


que se levantou, apagou-se. Alguém, que a reacendeu,


disse-lhe: "Brilha, mas deixa-te estar calada, ó lâmpada;


a luz dos astros, essa, não morre".


 


 


Bábrio


 


 


 


 


Antologia da Poesia Grega Clássica.


Tradução e notas de Albano Martins.


Lisboa, Portugália Editora, 2009. p. 465.


 


 


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quarta-feira, 8 de julho de 2015

do papel de Juncker

 


 


 


"Temos um cenário de saída da Grécia preparado ao detalhe", disse ontem Juncker num papel inédito e que não se espera nas suas funções: o de verdadeiro esquentador. Já Passos Coelho apressou-se a ler a cartilha do "Portugal solidário", mas "bom aluno", exigente e cumpridor. Não sei se estes dirigentes brincam com o fogo, se pouco sabem da história ou se são "gerentes" da bancocracia; uma coisa é certa: são dos poucos que conhecem os dias seguintes do Grexit: "que os deuses nos protejam".

terça-feira, 7 de julho de 2015

grécia em portugal

 


 


 


 


Vi ontem Portas colérico e percebeu-se o desnorte. A maioria deve estar de cabeça perdida e a teoria 19-1 afónica.


 


No PS é o ora-sim-ora-não habitual. Correia de Campos fez, em 2010, uma síntese: conseguiu responsabilizar a melhoria do PISA 2009 (testes em Abril de 2009) com o desmiolado modelo de gestão escolar de Lurdes Rodrigues que só começou um mês depois.


 


A crónica desse tecnopolítico no Público de ontem é de arrepiar. O texto foi escrito antes do referendo grego e na presunção do sim. E anunciou uma certeza: "Na hora do voto, o pensionista e o funcionário público lembrar-se-ão das filas para alcançar três notas de vinte". Falhou redondamente o desejo e é arrasador para o carácter dos governantes gregos, como se pode ler na imagem.


  


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Por outro lado, o Expresso foi de uma parcialidade impressionante. Carlos César do PS levou um baixo por afirmar que "as propostas do Syriza não são radicais e que algumas até são iguais às do PS".


 


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A derrota do Syriza também seria de Costa. Já Passos ganharia de qualquer das formas e o resto foi paisagem.


 



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segunda-feira, 6 de julho de 2015

das atitudes de varoufakis

 


 


No dia seguinte à histórica vitória do não, Varoufakis demite-se com a seguinte argumentação: 


 



"Considero ser meu dever ajudar Alexis Tsipras a explorar o capital que o povo grego nos deu através do referendo. Irei arcar com o ódio dos credores com orgulho".



 


Estes gregos não páram de dar lições. É, realmente, um sinal de esperança. Há dias escrevi assim:


 



"É inigualável a grandeza de quem não se verga para não perder a liberdade. Percebeu-se, desde logo, que os governantes gregos não tinham descido do Olimpo e que estavam determinados a enfrentar a dívida colossal e os indicadores de miséria da Grécia. Revelaram-se preparados para ir ao casino da banca alemã e francesa (não esqueçamos os "Goldman Sachs") e jogar contra os DDT's deste mundo correspondendo ao apelo dos europeus que, contudo, consideravam o combate impossível e destinado ao fracasso na primeira esquina. Os governantes gregos estão a enfrentar o fim da história decretado pelo Eurogrupo. Compreendo os avanços e recuos e desejo que sejam bem sucedidos. Estão a tentar e não se refugiaram nos prognósticos no fim do jogo nem no "não há nada a fazer". Sem precipitações, os casinos assim o exigem, esperemos pelos próximos lances."