quarta-feira, 29 de junho de 2016

será ingovernável (3)?

 


 


 


ME exige informação "impensada" que não é incluída nos programas das empresas de software escolar. Isso provoca a circulação infernal de ficheiros excel e word. Torna-se doentio. Proporciona também a roda livre escolar de quem "desconhece" que a obtenção de informação "pedagógica" tem exigências administrativas. É o tal mundo criativo da repetição de inutilidades. É uma espécie de "vamos brincar às escolas e à gestão". No mínimo, a governabilidade exigiria a inclusão de "toda" a informação nuclear nesse software como critério primeiro de licenciamento. A avaliação externa (Inspecção-Geral) "penalizaria" os excessos, e não o contrário, e o uso das muito boas aplicações do office da Microsoft.

5 comentários:

  1. Sem me querer alongar muito ou desviar o texto da sua intenção original há que notar que isto se insere numa paranóia crescente com a quantificação que culturalmente se impôs com a "hiper-competitivdade". Naturalmente isto descamba sempre na objectificação de todos os seres humanos, na atribuição de valor e posição baseado em métricas abstractas. Somos o que produzimos (ou parecemos produzir).

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  2. Obrigado pela referência.

    O tema do culto legalismo foi muito analisado pela Irmandade de Némesis e a nossa principal conclusão é que ele impera por várias razões:
    - Há que criar imobilismo, só assim se perpetua a elite.
    - Decadência civilizacional. Onde não há honra pessoal impera a "lei". Ou seja na realidade reina o "vale tudo" com um leve verniz de legitimidade burocrática.
    - Há medo de lideranças carismáticas. Diria mesmo terror. A comparação iria inevitavelmente mostrar o quão estéril é o regime.

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  3. A vossa posição é muito discutível, realmente.

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  4. A nossa posição é fora dos esquemas tradicionais que nos querem impor. Isso causa estranheza. Depois entende-se.

    Discutir é o que mais se faz... todos debatem muito. Mas entre debater algo e viver esse algo vai uma grande diferença. Nós vivemos. Quantos mais poderão dizer o mesmo?

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  5. Reparei nisso. São posições que exigem essa reflexão, realmente. É muito interessante o último post sobre o Brexit. Voltarei lá mais logo.

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