terça-feira, 8 de novembro de 2016

do dia seguinte

 


 


 


Sabemos que a diplomacia internacional se exerce no espírito das guerras. Podemos dizer o mesmo de algumas campanhas eleitorais. A eleição presidencial nos EUA é sempre disputada. Obama concretizou um momento histórico inesquecívelmas o tempo em exercício foi insuficiente para "resolver" a grave situação que encontrou no médio oriente. O pragmatismo das campanhas eleitorais tem exigências, mas gostaria que o dia seguinte não continuasse a alimentar a indústria do terror. No caso da desejada, e esperada, vitória de Hillary Clinton, espera-se que o Partido Republicano ouça as suas vozes democratas.

4 comentários:

  1. Talvez as vozes mais democratas nem estejam no Partido homónimo...

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  2. (Sorriso). Estava a olhar para a história e não apenas para os anos recentes.

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  3. Viva Paulo,
    Não são dias felizes aqueles que nos esperam.
    No entanto, também não estou especialmente pessimista. Afinal, acredito que Trump vai construir os muros de que falou em campanha da mesma forma que Obama acabou com as detenções ilegais em Guantánamo. Ou usou todos os poderes que tinha para tornar ineficaz o bloqueio contra Cuba.
    O problema da "democracia" americana é continuar a tratar os vizinhos do Sul como sempre trataram os Índios. Agora só não os exterminam porque continuam a constituir mão de obra indispensável para a sua economia.
    Quanto a um possível (e desejável) enfraquecimento da NATO, que pudesse levar à sua extinção total, não creio que os falcões e a poderosa indústria militar deixem Trump gastar menos com as guerras no exterior. Esse lobi continuará activo e poderoso, apesar de não ter conseguido eleger a sua candidata.
    Abraço,
    F

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  4. Viva Francisco.

    É, realmente, um problema complexo com lobis muito poderosos. Vamos ver como isto se desenvolve.

    Abraço também.

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