Ou seja, para muitos está adiado... Mantendo o ECD, vai haver profs que atingem o topo da carreira remuneratória e vai haver outros que não atingem. Numa carreira profissional horizontal, onde não existe distinção funcional, esta discriminação negativa é injusta. Mas se o facto é que a vida é injusta, então é algo natural... Na negociação, para evitar essa injustiça, teria de propor alteração da carreira, com um indice remuneratório igual para todos (mesma função, mesma habilitação especializada), fazendo distinção no horário letivo (menos horas letivas em proporção direta de maior idade). Nessa negociação, impunha-se a obrigatoriedade de aumento salarial anual de acordo com a inflação ou superior. Acabavam-se com escalões, respeitando a horizontalidade da profissão e respetiva funcionalidade idêntica, e com as acusações recorrentes nas noticias dos trabalhadores da função pública ganharem mais do que os do setor empresarial ou dos profs ganharem acima da média dos outros trabalhadores da função pública. Talvez fosse o método que permitisse a todas as gerações terem as mesmas expetatitvas, ao invés de umas usufruirem e outras ‘ficarem a chuchar no dedo’...
Não adianta ignorar: uma parte da população pensa isto dos professores
Mário Nogueira, líder da Fenprof, anunciou: “O pulso dos professores é muito forte”. Sem dúvida. Um pulso forte que exige menos trabalho, mais dinheiro e tudo feito sem quererem ser avaliados. O problema é quando esse pulso, acompanhado pela mão, entra nos bolsos de todos os portugueses. JOÃO VIEIRA PEREIRA , DIRETOR-ADJUNTO EXPRESSO
António Costa explicou que o cronómetro foi posto a andar outra vez e que não pode voltar atrás e ainda usou uma imagem metafórica: “Não é possível endireitar a sombra de uma vara”. António Costa explicou que o cronómetro foi posto a andar outra vez e que não pode voltar atrás e ainda usou uma imagem metafórica: “Não é possível endireitar a sombra de uma vara torta”.
a secretária de estado da administração pública numa entrevista na RTP3 informou que a recomposição não significa recuperar tempo de serviço. Portanto, tal como nos concursos, vão fazer um remendo que vai beneficiar uns e prejudicar outros.
Muitos acertos, realmente. PR e PM em acordo: "é “impossível” recuperar carreiras congeladas e uma “ilusão” dar tudo a todos". Ou seja: no que toca aos professores, a ilusão foi outra: excluímos apenas os professores da contagem do período do congelamento e vemos se a coisa passa. Não passou porque era injusto. Tratam de tergiversar e contam com a claque dos habituais da época de arremesso ao professor.
Ou seja, para muitos está adiado...
ResponderEliminarMantendo o ECD, vai haver profs que atingem o topo da carreira remuneratória e vai haver outros que não atingem. Numa carreira profissional horizontal, onde não existe distinção funcional, esta discriminação negativa é injusta. Mas se o facto é que a vida é injusta, então é algo natural...
Na negociação, para evitar essa injustiça, teria de propor alteração da carreira, com um indice remuneratório igual para todos (mesma função, mesma habilitação especializada), fazendo distinção no horário letivo (menos horas letivas em proporção direta de maior idade). Nessa negociação, impunha-se a obrigatoriedade de aumento salarial anual de acordo com a inflação ou superior.
Acabavam-se com escalões, respeitando a horizontalidade da profissão e respetiva funcionalidade idêntica, e com as acusações recorrentes nas noticias dos trabalhadores da função pública ganharem mais do que os do setor empresarial ou dos profs ganharem acima da média dos outros trabalhadores da função pública.
Talvez fosse o método que permitisse a todas as gerações terem as mesmas expetatitvas, ao invés de umas usufruirem e outras ‘ficarem a chuchar no dedo’...
Faltam muitos esclarecimento mas é um avanço.
ResponderEliminaresclarecimentos
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ResponderEliminarNão adianta ignorar: uma parte da população pensa isto dos professores
Mário Nogueira, líder da Fenprof, anunciou: “O pulso dos professores é muito forte”. Sem dúvida. Um pulso forte que exige menos trabalho, mais dinheiro e tudo feito sem quererem ser avaliados. O problema é quando esse pulso, acompanhado pela mão, entra nos bolsos de todos os portugueses.
JOÃO VIEIRA PEREIRA , DIRETOR-ADJUNTO EXPRESSO
António Costa explicou que o cronómetro foi posto a andar outra vez e que não pode voltar atrás e ainda usou uma imagem metafórica: “Não é possível endireitar a sombra de uma vara”.
António Costa explicou que o cronómetro foi posto a andar outra vez e que não pode voltar atrás e ainda usou uma imagem metafórica: “Não é possível endireitar a sombra de uma vara torta”.
Percebo. É matéria complexa. Esse nivelamento podia ter o efeito de proletarização definitiva, digamos assim.
ResponderEliminarMuitos bom este comentário, se me permite. Obrigado.
ResponderEliminara secretária de estado da administração pública numa entrevista na RTP3 informou que a recomposição não significa recuperar tempo de serviço. Portanto, tal como nos concursos, vão fazer um remendo que vai beneficiar uns e prejudicar outros.
ResponderEliminarVamos observando. O que se ficou a saber é que os professores não aceitam ser os excluídos.
ResponderEliminarMuitos acertos, realmente. PR e PM em acordo: "é “impossível” recuperar carreiras congeladas e uma “ilusão” dar tudo a todos". Ou seja: no que toca aos professores, a ilusão foi outra: excluímos apenas os professores da contagem do período do congelamento e vemos se a coisa passa. Não passou porque era injusto. Tratam de tergiversar e contam com a claque dos habituais da época de arremesso ao professor.
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