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segunda-feira, 9 de junho de 2014

do para além do osso e das famílias

 


 


Termos os grandes escritórios de advogados a defenderem o Estado pode ter várias leituras. As mais optmistas dirão: se até aqui eram esses escritórios que inscreviam as PPP´s e afins sempre em prejuízo do Estado, espera-se que regresse a democracia.


 


Mas uma leitura talvez mais realista dirá: o estado a que o Estado chegou é de total delapidação de recursos; a captura da democracia pelos interesses instalados na Assembleia da República e nos governos faz temer o pior e dá ideia que os tais grandes escritórios vêem a diminuição de receitas e deitam a mão a todo o género de rendimentos numa lógica que podemos classificar como "para além do osso" da família do "para além da troika".


 



 


 


 


 


 

domingo, 23 de março de 2014

a democracia a colapsar?

 


 


 


 


São variados e recorrentes os sinais que indicam que a democracia está a colapsar e talvez o desemprego nos jovens adultos seja o mais evidente. Mas o mais chocante é a prescrição dos crimes da malta do "alto colarinho branco". O Público de hoje tem uma ampla reportagem sobre a matéria; este link inclui uma das peças.


 


Sabendo-se dos interesses da maioria dos deputados, é, no mínimo, de bradar aos céus a seguinte admissão:


 


 



 


 


 


Oliveira e Costa, João Rendeiro, Jardim Gonçalves e por aí fora são aqueles casos impensáveis. Já Isaltino de Morais tem outros contornos. Não foi abandonado publicamente. Tem ex-ministros e até um ex-bastonário dos advogados, em campanha eleitoral, é certo, a "advogarem" a sua "injusta" detenção (estes casos recordam-me sempre aquele especialista que comparou Cavaco Silva a Putin; o tempo lá se encarregará, ou não, de confirmar; se é que já não o fez).


 



 


 


 


Jardim Gonçalves tem direito à personagem de ficção de Rui Osório Martins.


 



 


 


E o mesmo banqueiro tem uma foto elucidativa a acompanhar o gráfico da coisa.


 


 



 


 


 


Para terminar o post, escolhi um parágrafo do texto (não está online) do jornalista Manuel Carvalho que não pode ser considerado um esquerdista perigoso e que só para os mais distraídos é que não tem a ver com tudo isto e com o título: