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sábado, 7 de junho de 2014

do mercado (selvagem) da educação

 


 


 


 


 


Mais de 50% dos alunos do ensino secundário não frequentam as escolas públicas que em muitos concelhos têm condições para todas as ofertas necessárias.


 


O mercado (selvagem) da Educação atingiu um pico inaceitável. Todos reconhecem o fenómeno, mas os interesses mais variados obrigam a silenciar o estado a que chegámos. E não me estou a referir apenas às escolas das cooperativas de ensino e muito menos às privadas com propinas naturalmente elevadas. Há toda uma parafernália de ofertas equivalentes ao ensino secundário que são financiadas pelo orçamento do Estado numa lógica de despesismo e inutilidade. Os conhecedores do assunto identificam inúmeros cursos de "vão de escada".


 


Ontem soube-se que o ensino de adultos perdeu metade dos alunos num ano e que o Conselho Nacional de Educação "teme que os novos cursos vocacionais sejam dados por "operadores" alheios à escola". Enfim. A rede escolar portuguesa carece de uma arrumação e é exactamente esse género de acção que se deve classificar por reforma do Estado com combate ao despesismo e na defesa do interesse das pessoas.


 


 



 


 


 


 


 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

direito à indignação

 


 


 


 


 


Os nossos jovens adultos, e até os que estão no final da adolescência, têm razão para se sentirem defraudados. Durante anos a fio, a oferta no ensino superior, e no secundário profissional, obedeceu à ganância financeira e certificou um passaporte para o desemprego ou, quando muito, para um emprego precário que era conseguido com a omissão da formação certificada. Esta tragédia tem muitos responsáveis com nome.


 


O Governo anuncia a prioridade à "(...)indústria, produção agrícola e animal, silvicultura, caça e pescas(...)" e diz (...)adeus aos cursos de multimédia, informática, de marketing ou de animador sociocultural(...) no secundário profissionalizante. Assim de repente, concordo. Contudo, não sei bem o que se vai fazer ao equipamento existente e donde virá o fianciamento para tanta actividade.


 


Estranho a presença da caça. Como parece que o programa será articulado com o ministro da economia, como temos problemas com Bruxelas por causa das gaiolas das galinhas poedeiras, como o ministro Álvaro, na epifania pastel de nata, elogiou o empreendedorismo dos incomestíveis Nando´s (apesar de serem frangos avantajados, são muito piores do que os portuguesíssimos, e minimais, da Guia), talvez alguém se tenha lembrado da caça ao frango e nada melhor do que as escolas para o desenvolvimento do projecto porque têm um caderno de encargos muito aligeirado.


 


Indústria é prioritária no ensino profissional

sábado, 8 de janeiro de 2011

gota a gota

 


 


É como se previa: o ME eliminou o que existia de escolarização de adultos no ensino não superior e transformou a certificação e validação de competências nas massificadas novas oportunidades.


 


É uma decisão do âmbito financeiro e contaminada pelos desígnios da propaganda.


 


 


Ministério suspende cursos para adultos