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quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Temos N Compotas Para a Troca; Ai Se Temos

A conferência de imprensa covid de ontem foi marcante na saliência da infantilização que atravessa a nossa sociedade. O escolar tem n compotas para a troca. Há todo um modo de chefiar que revela o elevado grau da pequenez. São tiques autocratas. É só terem palco.

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Motivação e Infantilização

 


Pelo que se vai lendo, os professores do ensino superior queixam-se da infantilização dos alunos na relação com uma ideia: não é o professor que tem de motivar. Dizia-me há dias um colega desse grau de ensino: "tive que pedir desculpa, mas não recebi os encarregados de educação. O aluno tinha 21 anos e frequentava o 3º ano da licenciatura. Confirmei posteriormente o que justificou a recusa e fiquei sem qualquer problema de consciência".


Para este estado de coisas, não será estranho o que escrevi em 2016: ""O director de turma tem três dias úteis para informar o aluno adulto que faltou" era a redacção de um artigo do estatuto do aluno que vigorou em boa parte do que levamos de milénio e que traduzia com eloquência a infantilização da nossa sociedade que transformou o sistema escolar num grande primeiro ciclo."

domingo, 31 de janeiro de 2016

do contrário de infantilizar

 


 


 


"O director de turma tem três dias úteis para informar o aluno adulto que faltou" era a redacção de um artigo do estatuto do aluno que vigorou em boa parte do que levamos de milénio e que traduzia com eloquência a infantilização da nossa sociedade que transformou o sistema escolar num grande primeiro ciclo.


 


Como os extremos se tocam, sucedeu-se o contrário de infantilizar (adultizar crianças?) concretizado num retrocesso civilizacional que aplicou aos anos escolares das crianças as normas e os procedimentos do fim da adolescência ou mesmo do ensino de adultos.


 


E depois é só assistir ao contraditório em forma de quadratura do círculo de simultaneidades: incluir e ensinar para a excelência (no que raio que isso seja com crianças), brincar e reunir, o mais cedo possível, recursos para um mundo cada vez mais competitivo (não será "apenas" mais desigual?), tempos livres e modelo industrial de organização escolar e por aí fora. Por mais que se diga que os sistemas bem sucedidos sempre foram os que trataram as crianças como crianças, os jovens como jovens e os adultos como adultos, e que alargaram a base, a contenda ideológica parece que eliminou a sensatez.


 


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