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domingo, 19 de abril de 2015

dos jotas carreiristas

 


 


 


 


Concordo com Sobrinho Simões:


 



"(...)apostaria(...)na extinção dos jotas e na desprofissionalização dos políticos(...)".



 


A partidocracia capturou o Estado central mas também as autarquias. Penso que o mais nefasto a nível local é a acumulação de duas ausências nos jotas carreiristas: profissão fora da política e escritos. Como alguém disse, já nem se trata de pedir uns papers "científicos". A exigência mínima são uns escritos com objectivos que possam avaliar as acções para lá das imersões viciadas nos corredores e nos jogos de bastidores.


 


IMG_1869.JPG


 Revista do Expresso. 18 de Abril de 2015. Página 105.

domingo, 7 de abril de 2013

das subidas

 


 


 


 


A crónica de ontem, na impressa do Público, de J. Pacheco Pereira é uma página que anda à volta do programa "Impulso jovem" e de Miguel Relvas.


 


Para o cronista, o ultimo acto púbico do ex-ministro é "(...)um retrato ao mesmo tempo ridículo e preocupante do estado actual da governação. O impulso jovem é um típico programa "jota", e tudo o que envolva a política para a juventude é sempre, nos governos PS e PSD, entregue aos caciques(...)".




O embaixador que Relvas escolheu no youtube é um exemplo de uma classificação que J. Pacheco Pereira inventou: descomplexado competitivo.




Este não é um problema novo, nem terminou com Miguel Relvas. Dá ideia que os ambientes "jotas" nos grandes partidos são terreno fértil para os populismos que acabam sempre por correr mal e que vão arrastando o país para o estado que se vai vendo.


 


Percebo a relevância que o cronista dá ao assunto, pois anda por estes domínios a causa maior que pode provocar o fim desta República, ou seja, com o euro, com estes partidos políticos e com esta constituição. Se a dívida pública continuar a aumentar e as rendas se mantiverem intocáveis (os orientais sabem bem onde e com quem investir, principalmente os de partido único) por obra das redes partidárias (os tais aparelhos), não haverá solução que não passe pelo fim da III República.


 


O cronista termina assim e dum modo que não nos cansamos de observar: